Desde o momento em que um suposto objeto voador não identificado (ovni/UFO), supostamente pilotado por alienígenas, se acidentou em Roswell, Novo México (EUA), em julho de 1947, diversas alegações de que os destroços da nave foram recuperados e estudados pelo exército norte-americano vieram a público por meio de várias testemunhas, inclusive militares, como o major Jesse Mercel, responsável por várias denúncias, além de ter sido o primeiro a encontrar os escombros e anunciar à imprensa a queda de um ovni. Contudo, um dia após o evento, o exército voltou atrás e disse que se tratava de balão meteorológico da Força Aérea.

Após 69 anos do polêmico acidente, uma testemunha identificada apenas como Jill, confessou à ufóloga Mary Joyce, durante uma entrevista, publicada no Youtube, em maio desse ano, que ela e um amigo chegaram a obter pedaços dos destroços.

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Segundo a mulher, não adiantava cortar ou queimar o material, pois ele sempre recuperava o formato original.

Conforme noticiado pela imprensa europeia na quarta-feira (22), Jill, nascida em 1947, ressaltou ter observado o emblemático material dez anos depois da queda, em 1957, aos dez anos de idade. Ela contou à pesquisadora que teve acesso ao objeto devido ao fato de seu pai ser um piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, locado na base de Wright-Patterson, em Ohio.

Na ocasião, seu pai havia se tornado amigo de um coronel, que tinha um filho chamado John. “Um dia, John disse a Jill que tinha uma surpresa para ela. Ele mostrou um metal estranho, semelhante a uma folha de papel, parecido com alumínio, só que mais pesado (..)”, disse a ufóloga, ao acrescentar que Jill lhe revelou o fato de o menino ter amassado o objeto, como se faz com uma folha comum, e arremessado em sua direção.

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Porém, a investigadora ressalta que antes de o metal alcançar a menina, em pleno ar ele voltou ao formato original de uma folha plana. Jill e o amigo também teriam tentado cortar o objeto, mas não obtiveram êxito.

De acordo com Mary Joyce, a testemunha disse ter levado tanto tempo para expor o assunto porque havia sido intimidada pelo pai do garoto. “Uma mistura de medo e respeito impedia Jill de falar sobre o ocorrido”, explicou a ufóloga ao jornal britânico, ao ressaltar que depois do acontecimento, a mulher, hoje uma idosa, decidiu falar devido ao fato da maioria das pessoas envolvidas no caso estarem mortas. “Ela disse que era hora de comentar a respeito porque as pessoas que seriam prejudicadas caso ela contasse  a história já não estão mais vivas. Ela também teve que lutar com sua consciência, porque ela tinha feito uma promessa solene de não falar a respeito”, disse a pesquisadora.

Para a ufologia o caso Roswell é como a Nona sinfonia de Beethoven, atemporal. Até hoje, o governo dos Estados Unidos nega a existência do fato.

Assista abaixo a entrevista, com legendas em português disponível.

#Mídia #Curiosidades #Internet