A saída do Reino Unido da União Europeia tornou-se uma das principais notícias em destaque em jornais do mundo, com chamadas de capa em revistas e telejornais sobre o novo posicionamento do Reino Unido, e levantou muita discussão e polêmica principalmente nos países vizinhos da Inglaterra, como a Irlanda e a Escócia.

Com a divulgação da notícia nas primeiras horas desta sexta-feira (25), o bloco econômico está em alerta e já prepara medidas para evitar novos pedidos de saída do bloco nos próximos meses, afetando a integridade da economia na #Europa.

Mudanças imediatas

A Irlanda, que já não faz parte do Reino Unido, passa a figurar como a mais importante nação de língua inglesa da #União Europeia.

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Com a possível evasão de investidores do Reino Unido, o país pode ser beneficiado com nova onda de entrada de capitais fortalecendo o sistema financeiro do país. Enquanto que a Escócia e a Irlanda do Norte, países que integram os países regidos sob as leis da coroa inglesa, foram na direção contrária ao referendo, que aprovou a saída do bloco pela maioria dos galeses e ingleses, inflamando os ânimos nesses países com histórico de conflitos. Vale lembrar que, recentemente, a Escócia teve um referendo popular que decidiu pela permanência do país no Reino Unido, com a nova conjuntura dos fatos motivados pela diferença dos resultados nesses países, já há um movimento para um novo plebiscito na Escócia.

A Inglaterra deve enfrentar tensões, por consequência da saída da UE, é o que afirma alguns analistas em geopolítica, admitindo que o momento é de cautela e atenção para o retorno de possíveis conflitos históricos entre protestantes e católicos, com o desdobramento para um novo "IRA" da Irlanda do Norte, por exemplo.

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Com a ascensão de movimentos nacionalistas, a Europa acompanha a repercussão imediata nos países com maior proximidade no Reino Unido. No entanto, o processo não é visto como uma redução de oportunidades para trabalhadores e estudantes que ainda poderão transitar livremente em países membros da União Europeia, já que há ainda uma tramitação prevista para as demandas de adaptação dentro do bloco econômico, a fim de assimilar a decisão do Reino Unido, que continua sob as leis da UE pelos próximos dois anos pelos menos, segundo informações da cúpula do bloco. #Imigração