Phoebe Willis tinha apenas dez anos quando perdeu sua vida, depois de vários erros cometidos por uma enfermeiraCarrie Anne Nash está agora sendo acusada por negligência no caso trágico de Phoebe e o julgamento está ocorrendo em um tribunal na Inglaterra. A tragédia aconteceu quando a enfermeira Nash teria ignorado vários sinais de que estava errando em um procedimento aparentemente simples de uma troca no tubo de alimentação da menina. Por forçar esse movimento, o tubo acabou mal colocado, o que pode ter levado a morte da criança, de acordo com as primeiras alegações no tribunal. 

A pequena Phoebe sofria de uma doença genética rara, a cistinose, e por esse motivo precisava trocar o tubo de alimentação a cada três meses.

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Quando chegou a vez da enfermeira Nash fazer essa troca, ela teria forçado um pouco mais, alegadamente por estar fazendo mal a inserção do referido tubo. A criança até teria chorado, com dor, e teria sangrado, o que deveria ter alertado a enfermeira que alguma coisa estava dando errado e o tubo nem teria chegado no estômago. No entanto, Carrie Anne Nash teria ignorado todos os sintomas da menina e teria mandado a garota para casa. 

Nessa mesma noite Phoebe ainda tomou um leite antes de dormir mas na manhã seguinte acordou passando verdadeiramente mal. A mãe chamou a emergência de imediato, mas a criança acabou entrando em parada cardíaca e, quando a ambulância chegou, os lábios da criança já estariam azuis. Se seguiram várias outras paradas cardíacas e lesões cerebrais, com a criança acabando por morrer nesse mesmo dia.

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Três anos depois a enfermeira pode ser responsabilizada por seu envolvimento nessa morte, em um julgamento que está ocorrendo na Inglaterra. A procuradora Sarah Whitehouse falou em vários erros cometidos pela enfermeira de 34 anos. De acordo com o seu depoimento no tribunal, Nash teria introduzido mal o tubo, deixando-o fora do estômago, o que ela deveria ter percebido pelos sinais demonstrados pela menina, como a dor e o sangue. 

Depois de mal colocado, tudo teria corrido mal, com o leite caindo entre os órgãos da menina, o que teria levado a sua morte. Para a procuradora, essa enfermeira é culpada e deveria ser condenada por negligência, não por ter desejado a morte da menina, mas por ter atuado de forma contrária aquilo que ela aprendeu, ignorando todos os sinais e fracassando na ajuda à garota. #Europa #Casos de polícia #Saúde