Steve Jobs, fundador da Apple, disse, em certa ocasião, que “a única maneira de fazer um ótimo #Trabalho é amando aquilo que se faz”, mas, mesmo que alguém não seja perdidamente apaixonado pela atividade laboral que execute, o que se pode perceber é que, apesar das relações trabalhistas variarem de país para país, existem alguns comportamentos patronais que não podem ser aceitos ou considerados “normais”.

Lamentavelmente, é da China que vem um mau exemplo, pois um determinado banco de Changzi, cidade localizada no norte chinês, por mais inacreditável que a cena possa parecer, acabou sendo conivente com o espancamento de funcionários que não atingiram as suas metas ou que foram considerados colaboradores desmotivados. 

Enfim, os funcionários ao invés de receberem condicionamentos positivos ou frases de incentivo dos seus gestores, acabaram se tornando vítimas, após levarem uma surra sob a alegação de que os mesmos foram incapazes de apresentar a produção esperada e, por isso, deixaram de atingir as suas metas. 

Em outras palavras, o que pode ser entendido no mundo ocidental como “alta competitividade”, também existe na China, só que esse conceito acabou, ao menos nesse caso, assumindo contornos macabros e humilhantes, o que foi revelado através de imagens deprimentes gravadas através de um celular. 

Em matéria veiculada pelo jornal de circulação diária na China, People’s Daily, o apresentador encarregado de conduzir o evento de encontro e visualização das metas entre os funcionários, por um momento questiona a alguns indivíduos que estavam sobre o palco, a razão deles terem ficado em uma posição inferior a de outros colegas no ranking.

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Diante dos outros funcionários na platéia acontecem ações coercitivas por parte do apresentador, uma vez que o 1º dos trabalhadores respondeu que faltou energia para que cooperasse em relação as metas. 

Pela evidência dos fatos, essa foi a frase fatídica para que se iniciasse uma intermitência de punições de caráter físico, pois o psicológico dos trabalhadores, certamente, já havia sido abalado. O apresentador começou a bater com um bastão de madeira nas pessoas que não atingiram os objetivos impostos pela empresa. 

Ainda, conforme revelado pelo mesmo artigo do jornal citado anteriormente, abriu-se um inquérito, o que era o mínimo esperado pela sociedade, com o intuito de poder investigar, com isenção de interesses, o caso citado.

A desculpa inicial da instituição financeira chinesa é de que ela acabou por contratar uma empresa terceirizada para promover a “motivação” dos colaboradores.

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O banco hoje contempla, depois do infeliz acontecimento, estar indenizando os 4 homens e mais 4 mulheres que passaram pela coação que nada pode vir a justificar. #Crime #Comportamento