Nesta quinta-feira, 16, o sites do ISIS, um grupo ligado ao Estado Islâmico, foi invadido por hacker. Os sítios, que geralmente fazem apologia ao uso de armas e do terror, agora está mais colorido. Bandeiras gays, na cor do arco-íris deram lugar à famosa preta, meio fora de moda e cheia de escritas árabes. Até mesmo um simpatizante aos terroristas teve sua roupa alterada. Deitado no chão, ele teve uma roupa preta substituída por uma rosa simpatizante. 

Ataque pós ataque

A ação ocorre depois que o #Estado Islâmico começou a reivindicar a autoria de ataques terroristas à uma boate voltada ao público homossexual nos Estados Unidos.

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O caso ocorreu no fim de semana na cidade de Orlando, famosa pelos parques da Disney, na Flórida. Um homem se dizendo soldado do grupo terrorista matou 49 pessoas. Outras 53 ficaram feridas. Ele foi morto pela Polícia americana.

Atirador seria gay reprimido

Investigações indicam que, na verdade, o terrorista não teria uma ligação direta com  o Estado Islâmico. Ele seria o que se chama de "lobo solitário". Uma pessoa com problemas psicológicos ou graves preconceitos que decide sozinha montar um atentado com várias mortes. A ex-mulher do terrorista informou às autoridades que ele tinha tendências homossexuais. No celular do atirador, existiam aplicativos voltados ao público homossexual. Pessoas que frequentavam à boate chegaram a dizer que o terrorista flertava com rapazes. "Ele ligava, bebia com alguns caras e cheguei até a saber de alguns que foram convidados por ele para sair", disse uma testemunha à uma emissora de televisão americana. 

Anonymous

O ataque contra os sites ligados ao Estado Islâmico foi reivindicado na internet pelo grupo conhecido como "Anonymous".

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Esse grupo já fez diversas incursões parecidas, tendo invadido até sites de instituições famosas de vários governos. No Brasil, o grupo recentemente teria ajudado a Polícia Civil do Rio de Janeiro a encontrar supostos estupradores de uma menina de 16 anos. Ela disse em depoimento que foi abusada sexualmente por 33 homens no 'Morro do Barão', na Zona Oeste.  #Terrorismo