O Tribunal de Guimarães recusou julgar e condenar Pinto da Costa por garantir que o processo é demasiado grande para que seja desenvolvido nesse Tribunal. Tal como informa o jornal “Correio da Manhã”, depois do juiz do caso ter analisado que o caso é muito mais do que morte de um jovem de 24 anos por um dos ex-seguranças de Pinto da Costa, na região de Guimarães, mas que também há outros crimes graves que têm de ser imediatamente analisados. O processo de Pinto da Costa e Antero Henrique será então transportado para o Tribunal do Porto.

Depois de muitos processos, que incluiu o famoso caso “Apito Dourado”, onde o Presidente foi formalmente acusado de corrupção ativa, o Presidente do FC Porto está enfrentando acusações muito mais graves agora, sendo que é acusado pelo Ministério Público de contratar uma empresa de segurança ilegal, que estará diretamente ligada a vários crimes na noite da região do norte de Portugal.

Como informa o jornal “Correio da Manhã”, o juiz, caso assim necessitasse, até já poderia ter anunciado a prisão preventiva de Pinto da Costa, alegando que o Presidente poderia ser um risco para a eficácia da investigação que está em curso.

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Contudo, e de forma surpreendente, o juiz anunciou que recusou julgar Pinto da Costa em Guimarães, alegando que, apesar da morte do jovem de 24 anos ter sido na região, o processo que envolve o dirigente portista é considerado “um megajulgamento” e que, por isso, mesmo o Tribunal do Porto tem que ter a responsabilidade de receber todas as provas que já foram recolhidas.

Nas redes sociais, a maioria dos portugueses garantem estar envergonhados pela forma como a #Justiça portuguesa está trabalhando, demonstrando medo para julgar Pinto da Costa e os seus ex-seguranças, dado o enorme poder que o Presidente do FC Porto tem atualmente na sociedade portuguesa. Depois do “Apito Dourado”, os portugueses exigem justiça de uma vez por todas para o dirigente portista, resistindo às pressões externas e ameaças que possam existir durante todo o processo e julgamento.

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#Europa #Investigação Criminal