Mais uma atentado criminoso promete marcar a história da população #LGBT no mundo. Isso porque, na madrugada de ontem, dia 11 de junho, foram mortas mais de 50 pessoas em uma boate gay do centro da cidade de Orlando, na Flórida. O atentando aconteceu na boate Pulse, conhecida na noite da cidade. O criminoso que efetuou os disparos foi Omar Mateen, norte-americano de 29 anos que foi morto pela polícia logo depois de trocar tiros com os oficiais, na saída do clube gay.

Por causa do crime que abalou o mundo, muitas pessoas fizeram campanhas e marcaram até passeatas em nome das vítimas mortas e feridas no local. Pelas redes social foi levantada a HashTag #PrayForOrlando no Twitter e Facebook.

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Contudo, não foi todo mundo que se compadeceu com o massacre. Ainda circulam na web comentários homofóbicos em notícias e também em páginas dedicadas aos mortos. Muitos internautas chegaram a comemorar o assassinato em série dizendo que ele "matou foi pouco" e que os frequentadores da boate "tiveram o que mereciam". A Polícia de Crimes Digitais pode investigar o caso, se necessário. Ativistas dos direitos LGBT repudiaram esse tipo de fala e disseram que "é mais uma demonstração de clara homofobia". 

Segundo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, este foi o maior massacre da história do país desde 11 de setembro de 2011, quando as Torres Gêmeas foram alvo de dois aviões e desmoronaram. Como muitos feridos ainda estão internados, é possível que o número de mortos aumente.

O chefe de estado do país chegou a chorar na coletiva de imprensa e classificou o acontecimento como um "ato de terror e ódio".

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Ao contrário do que foi exigido por membros da comunidade LGBT, o caso está sendo investigado como #Crime de terrorismo. Atualmente, o serviço federal do país, o FBI, está investigando se há alguma ligação do atirador com o grupo terrorista Estados Islâmico.

O pai do assassino, ainda muito abalado, deu entrevista para veículos locais. Para a NCB, Mir Seddique, pai de Omar Mateen, disse que foi claramente um crime de homofobia.

"Não tem nada a ver com religião", falou.

Ele lembrou-se de que o filho não gostava de gays e ficou revoltado quando presenciou homens se beijando na rua, dias antes. O pai também falou que o filho era violento e perdia o equilíbrio facilmente.

Veja o vídeo da coletiva de imprensa com Obama.

#EUA