Mais uma vez o Estado Islâmico divulga imagens de suas crueldades. Dessa vez, eles publicaram as fotos de um homem que não faz parte do grupo deles com os pés e as mãos recém decepados.

Nas redes sociais, os militares se comunicaram e revelaram que o homem era um ‘ladrão’. As imagens foram compartilhadas um dia após eles terem divulgado as fotos de outros quatro homens que foram apedrejados por adultério.

No vídeo macabro, um dos jihadistas recita uma acusação publicamente enquanto o suspeito fica na mira dos fuzis AK-47 dos outros militares. De olhos vendados, ele é colocado em uma cadeira de plástico de frente a uma pequena mesa de madeira onde seus membros são decepados.

Publicidade
Publicidade

Depois da crueldade, os militares enfaixam as feridas com gaze ainda enquanto sangram. Logo, o homem é deixado em uma maca no meio da rua para que fique exposto e para servir de lição para os que passam no momento.

Para o Islã, essa medida de punição se chama ‘Hadd’, ela é fixada no Corão e é definida como medida a ser aplicada quando ocorrem crimes que são contra as ‘regras divinas’. Essas barbáries são características fortes do #Estado Islâmico.

Certa vez, duas pessoas foram cruelmente amarradas em cruzes na frente da delegacia de Deir Ezzor, isso só por terem bebido e se alimentado durante o Ramadã (época de jejum muçulmano).

Além disso, para eles, costumes e comportamentos comuns como por exemplo o homossexualismo, são considerados crimes. Todos estão especificados em uma lista junto com suas devidas punições.

Publicidade

Ou seja, o que para nós aqui pode ser algo comum, para eles pode ser até motivo para um assassinato.

Estado Islâmico no Brasil

No Brasil, há poucos dias das Olimpíadas Rio 2016, o Ministério da defesa afirmou que para nós o Estado Islâmico não representa perigo: “Não há especificamente uma ameaça contra o nosso país. O Brasil não tem um histórico de terrorismo, porém, os turistas que estão por vir possuem e nós estamos preparados para isso”, garantiu o general Luiz Felipe Linhares, chefe da Assessoria Especial para Grandes Eventos do Ministério da Defesa. #Crime #Violência