O Inglês pode deixar de ser utilizado como linguagem em documentos da #União Europeia, após o Brexit. Com o novo contexto, países como Irlanda e Malta, que também têm o Inglês como língua oficial, querem promover seus outros dialetos como línguas administrativas.

Outra manifestação vem por parte dos franceses e belgas, espanhóis e apoiadores do Esperanto, que  já estão vendo os novos acontecimentos como uma oportunidade, para divulgarem seus idiomas além das fronteiras da união europeia.

As Línguas na União Europeia

Apesar de ser largamento difundido na #Europa, o inglês divide o campo de comunicação linguística com a diversidade cultural no continente, onde se pode enumerar 24 idiomas oficiais dentro do bloco econômico da UE.

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Segundo declarações do chefe do Comitê de Assuntos Constitucionais do Parlamento Europeu, Danuta Hübner a Língua Inglesa não deve ser um dos idiomas oficiais da UE, após o BREXIT (sigla em inglês que numa tradução livre se refere à saída do Reino Unido da União Europeia, mesclando as palavras inglesas "Britain e Exit").

Conforme regulamento do bloco, ainda que o inglês continue sendo utilizado como língua administrativa em países membros da UE, estes agora têm seu direito requerido para notificação e escolha da língua oficial da comissão, abrindo-se um precedente para as demais manifestações idiomáticas, como a Irlanda e Malta indicando o gaélico e maltês, respectivamente.

Originalmente descrito na Língua Francesa, o documento não identifica claramente se países membros poderiam ter mais de um idioma oficial, com isso pode haver interpretações da versão indicando essa possibilidade, o que era descartado na versão inglesa do regulamento.

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Um exemplo dessa influência do inglês dentro dos termos de uso na União Europeia, é o caso da capital belga, Bruxelas, onde apesar de ter o francês oficialmente validado, é superado pela idioma de origem britânica desde meados dos anos 90, na rotina administrativa.

Com a confirmação da saída do Reino Unido do bloco, documentos deixariam de serem traduzidos para o inglês, fomentando a intenção de outras nações designarem suas próprias línguas oficiais para estes materiais, finaliza Hubner.

Outros idiomas podem ser beneficiados

Você acha que a interpretação, por parte da comunidade europeia, será favorável pela diminuição do status do inglês dentro da União Europeia, como compensação para o reconhecimento administrativo de outros idiomas menos conhecidos como os citados no artigo, como também a Língua Portuguesa, o Alemão, o Sueco entre tantas outras. Deixe sua opinião nos comentários. #Legislação