Esta é, possivelmente, a história mais comovente do massacre ocorrido em Orlando, nos Estados Unidos. Um homem entrou em uma boate gay e disparou, indiscriminadamente, sobre todas as pessoas que estavam se divertindo. Brenda Lee Marquez McCool, de 49 anos, foi uma das vítimas do tiroteio do último domingo, mas se sacrificou, salvando a vida do seu filho, de 21 anos. Brenda se colocou na frente das balas e evitou que Isaiah Henderson morresse nesse atentado. 

Mãe e filho foram juntos nessa boate, como faziam regularmente. Isaiah era gay e a mãe, que deixou mais dez filhos, apoiava sempre o filho. Se divertiam juntos e estariam dançando na pista quando o terrorista, alegadamente ligado com o Estado Islâmico, entrou matando.

Publicidade
Publicidade

Foram 50 as vítimas mortais nesse atentado bárbaro. Quando Brenda se apercebeu do ataque, gritou para o filho se baixar e se jogou na sua frente, levando as balas no seu lugar. De acordo com a cunhada de Brenda, se não fosse a sua coragem, o sobrinho Isaiah estaria morto. Brenda se sacrificou pelo filho, na maior prova de amor. "Isso é o quanto ela amava os seus filhos", contou a cunhada Ada Pressley, para o jornal New York Daily News. 

Brenda McCool tinha onze filhos e um passado de superação. Há oito anos, os médicos não lhe davam muito tempo de vida, após ser diagnosticada com câncer. primeiro na mama e, mais tarde, nos ossos. Lutou sempre e foi sobrevivendo, encarando a vida com alegria e muita 'salsa' no pé, sua dança favorita. "Minha mãe era uma lutadora", contou um dos filhos, Robert Vinnie Pressley, no Facebook. Em um post emocionado, o jovem relembrou a mãe, falando que ela morreu fazendo o que mais gostava: dançando e cuidando dos filhos.

Publicidade

Brenda era uma defensora acérrima da comunidade gay e quis o destino que ela acabasse morrendo como vítima desse ódio homofóbico. Mas, apoiando o filho gay até o final, salvando até a sua vida. 

Um outro filho, Farrel Marshall, já criou uma linha de angariação de fundos, recolhendo já vários milhares de euros para ajudar nas despesas do funeral. Na Internet, são várias as pessoas que estão se deixando emocionar com a história de Brenda, uma mãe que apoiou o filho até o último segundo, independentemente da sua orientação sexual.  

E o leitor, seria capaz de se colocar na frente de uma bala para salvar quem mais ama? Deixe sua opinião!  #EUA #Ataque Terrorista #Homofobia