Um homem abriu fogo dentro de uma casa noturna voltada para o público LGBT na madrugada deste domingo (12). O resultado dos disparos foram 20 pessoas mortas e 42 feridas, além do próprio atirador, que morreu no local em confronto com a polícia.

O homem estaria armado com um rifle de assalto e uma pistola, além de um dispositivo no corpo, que ainda será analisado. Durante a ação, ele fez algumas pessoas de refém dentro da boate Pulse.

O FBI investiga o caso, e a suspeita é de que seja um #Ataque Terrorista doméstico. O dispositivo que foi encontrado junto ao corpo do atirador, será analisado, há suspeita de que seja uma bomba.

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Segundo o jornal "The New York Times", a ação está sendo classificada como "incidente terrorista". Ronald Hopper, agente do FBI responsável pela investigação, declarou que há "sugestões de que este indivíduo teria inclinações a uma certa ideologia. Mas, nesse momento, não podemos dizer com certeza".

Segundo caso de violência em menos de dois dias

O ataque ocorreu um dia após a #Morte da cantora Chistina Grimmie, que foi assassinada a tiros por Kevin James Loibl, de 27 anos, também em Orlando, na Flórida . Apesar da proximidade dos casos, a polícia não acredita haver ligação entre eles.

Pânico e muito sangue

Quem estava presente na boate passou por momentos de muito desespero. Segundo a declaração de alguns dos presentes, foram realizados em média 40 disparos. Testemunhas dizem que o tiroteio durou cerca de um minuto, e que havia muito sangue no local.

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A boate Pulse postou em uma rede social durante a ação a seguinte frase:"Todos saiam da Pulse e continuem correndo". A postagem gerou mais de 648 comentários, inclusive de pessoas que estavam presentes na boate durante o massacre.

Atirador do massacre foi identificado

A polícia identificou o atirador como Omar Saddiqui Mateen, de 29 anos. Ele seria morador da Flórida e não possuía antecedentes criminais. Ainda não se sabe a motivação do crime.

Robôs estão sendo utilizados para realizar varredura no local e nos carros que estão estacionadas próximos à boate, para verificar a possível presença de explosivos.