A crise econômica e política vivenciada pela população venezuelana parece não encontrar um "sinal de luz no fim do túnel". As políticas equivocadas do #Governo ultra-esquerdista de ideologia bolivariana do presidente Nicolás Maduro, parece ter mergulhado o país no caos. O governo de Maduro implementa uma política de ideologia de modelo bolivariano, simpático às causas das esquerdas e, muitas vezes, demonstrou ser um grande aliado da presidente afastada do Brasil, #Dilma Rousseff.

Controle na distribuição de alimentos nos supermercados

A #Crise econômica toma conta da Venezuela em protestos cada vez maiores contra o governo de Nicolás Maduro, porém, sem alcançar uma saída a curto prazo.

Publicidade
Publicidade

Os cidadãos venezuelanos chegam à situação extrema de terem que buscar alimentos junto ao lixo. O governo controla intervindo na economia do país de forma preponderante, principalmente, na distribuição de alimentos nos supermercados e comércios.

A tensão aumentou dramaticamente na última quarta-feira (08), quando populares e forças de segurança do governo entraram em conflito nas ruas da capital Caracas. Os protestos prosseguiam contra a falta de alimentos e remédios básicos e um homem acabou sendo ferido, alvo de tiros de borracha, segundo a imprensa local. O retrato fiel da falta de alimentos se concretizou quando dezenas de pessoas se encontravam em uma fila em frente a alguns comércios desde à noite anterior aos protestos, quando, por ordem do governo, as lojas tiveram suas portas fechadas.

Publicidade

Itens básicos de alimentação tornaram-se artigos de luxo, como por exemplo, frangos e ovos. Segundo o depoimento de uma senhora que estava em um mercado do país, ela já não come arroz há 15 dias. Ela afirmou ainda, categoricamente, que aguarda sua mãe voltar de viagem do Panamá para que possa abastecer sua dispensa: "Ontem enfrentei uma fila e a única coisa que estavam vendendo eram dois quilos de farinha de trigo", disse. Júlio Nogueira, até há pouco tempo, trabalhava em uma padaria, porém, atualmente, segue a rotina de procurar comida no lixo: "Faço isso para não morrer de fome", diz o cidadão ao procurar alimentos, vasculhando uma pilha de tomates mofados.