Autoridades americanas atualizaram durante uma coletiva realizada por volta das 11h30 no horário de Brasília as condições de um crime bárbaro que atingiu Orlando, local famoso de viagens para turistas. A cidade do estado da Flórida foi vítima de um atirador com descendência afegã. Segundo as autoridades, 50 pessoas foram mortas e outras 50 ficaram feridas no atentado a uma boate gay na região. Veja abaixo detalhes de como tudo aconteceu:

Horário marcava lotação de boate

O #Crime aconteceu às 2h  da manhã deste domingo, 12, nos Estados Unidos. Mais cedo, a Blasting News tinha dado os números preliminares do caso, quando 20 pessoas haviam tido suas mortes confirmadas. Ainda não se sabe ao certo o que motivou o atirador a realizar o atentado.

Publicidade
Publicidade

No entanto, a hipótese mais provável é crime de preconceito. Autoridades não retiram a possibilidade de um ato terrorista. Por conta do horário, a boate estava completamente lotada.

Pedido de ajuda a moradores

A Polícia Federal Americana, o FBI, solicitou que quem tiver qualquer prova que possa ajudar na investigação entre em contato com os policiais. "Não importa se você tenha saído mais cedo, se viu o atirador antes, algo estranho. Por favor, entre em contato conosco", explicou o agente do FBI.

Na coletiva dada à imprensa participaram autoridades de todos os setores. Até mesmo um representante do hospital da região. Ele informou que pelo menos seis cirurgiões faziam procedimentos de urgência naquele momento. O representante disse que o número de mortos pode aumentar.

Já um sub-prefeito garantiu que entrou no local e que as cenas são horríveis.

Publicidade

"Houve um verdadeiro banho de sangue por aqui", revelou ele a dezenas de repórteres. Um religioso também falou à imprensa, solicitando que não existisse nenhum crime de ódio contra o povo de religião islâmica. Isso porque o suspeito de ter realizado o assassinato coletivo seria dessa região, que infelizmente acaba sendo confundida com o terrorismo. 

O líder religioso pediu ainda que não houvesse sensacionalismo no caso.  #Investigação Criminal