Especialistas em relações internacionais têm falado com muita clareza que os países modernos mantêm relações “nervosas” entre si e frente a grupos que possam ameaçar as suas hegemonias territoriais, econômicas e políticas. Um exemplo claro disso é o quebra cabeça de  relações diplomáticas e conflitos entre a Rússia, países do Ocidente e o grupo terrorista do EI – #Estado Islâmico, o que faz até mesmo com que algumas pessoas acreditem em uma possível 3.ª Guerra Mundial. 

Representantes do Estado Islâmico veicularam deliberadamente, no passado dia 07 de junho, terça-feira, um vídeo que apresentava a completa ruína de um templo da região de Nabu, local esse situado na extremidade oriental da cidade milenar de Nimrud, no combalido Iraque.

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Aliás, os terroristas islâmicos parecem cada vez mais querer se aperfeiçoar em destruir gradativamente capítulos da história do homem sobre a Terra, prejudicando a paz entre culturas e religiões diferentes

Entretanto, o que mais chamou a atenção nesse atentado estúpido, foi que, quase no final do vídeo feito pelo Estado Islâmico, o mesmo grupo de terroristas anunciou que visa explodir edificações muito antigas, as quais foram planejadas e construídas por aqueles a quem chamaram de "infiéis", aparecendo no vídeo cenas das famosas e turísticas pirâmides do Egito. 

Na realidade, os extremistas do EI são terroristas caçados e literalmente proibidos de ter representatividade em uma série de países, mas que mesmo assim detêm o controle de vastos territórios no Iraque e também na Síria, e ainda pretendem atingir o norte do continente africano. 

No ano de 2014, mais especificamente no dia 29 de junho, o EI se auto-proclamou como sendo um "califado global", supostamente o único representante político legítimo do Islã no mundo.

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Não tendo sido reconhecido como tal por nenhum país muçulmano, passou a ser um dos inimigos de maior periculosidade, causando preocupação e a formação de coalizões de diversos governos para o combate desses que passaram a ser considerados inimigos da humanidade. 

Por outro lado, as raízes do EI remontam a 1999, ocasião em que Abu Musab al-Zarqawi, um jihadista de nacionalidade jordaniana criou o grupo conhecido como Jamaat al-Tawhid wal-Jihad. A invasão norte-americana do Iraque, em 2003, teve um efeito totalmente diferente do esperado, que foi o de fortalecer a transição dessa organização em 2006 para o que é classificado de "Estado Islâmico do Iraque". 

Ainda nos idos de 2006, o serviço secreto dos Estados Unidos sinalizou que o poder de ameaça e destruição do EI estava sendo subestimado. Nada foi feito na ocasião contra a célula terrorista, o que trouxe sérias conseqüências globais, como diversos atentados terroristas (França e Bélgica são os exemplos mais recentes), desdobramento das guerras civis na Síria, Iraque, Afeganistão, a onda de refugiados na Europa, rusgas e mágoas entre o Ocidente e a Rússia, e por incrível que possa parecer, até mesmo o Brasil foi ameaçado pelo EI de ser um alvo em potencial para atentados. 

Desde 2013, o contemporâneo Estado Islâmico do Iraque e do Levante provoca a manutenção e o crescimentos dos conflitos com cenas mediáticas, as quais causam uma verdadeira comoção global de instabilidade, perigo e medo.

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#Terrorismo