Um homem armado entrou em um complexo de cinemas na cidade alemã de Viernheim (perto de Frankfurt), por volta das 10 horas (horário de Brasília) da manhã desta quinta-feira (23), e abriu fogo contra a plateia, informa a imprensa alemã. De acordo com veículos de comunicação locais, há ao menos 50 feridos. A rede de TV americana CNN informa que são cerca de 25 feridos, mas ainda não está claro como essas pessoas se feriram. 

As informações ainda são preliminares e devem ser atualizadas ao longo do dia. A agência de notícias Reuters afirma que o atirador foi morto pela polícia, informação ainda não confirmada no momento da produção desta matéria (por voltas das 12h30 de Brasília).

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O atirador, vivo ou morto, ainda está dentro do espaço do tiroteio. Imagens exibidas pela CNN mostram policiais fortemente armados circulando na área do shopping onde fica o complexo de cinema.

Agentes de segurança americanos que conversaram com a CNN disseram que, a princípio, não parece ser um ataque terrorista, e sim um #Crime comum. A rede de TV ressaltou, entretanto, que esta é uma informação muito inicial, já que o atirador provavelmente foi morto pela polícia e ainda não é possível afirmar com 100% de certeza de que não se trata de um terrorista. 

O atirador estava usando algum tipo de máscara ou outro equipamento para proteger a sua identidade. O complexo de cinemas não possui nenhum tipo de detector de metal ou revista pessoal para seus clientes.  Outro complicador é que, de acordo com a rede de TV americana MSNBC, o cinema tem apenas uma porta de entrada e uma de saída, dificultando sua evacuação.

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A polícia local determinou um "embargo" à imprensa, ou seja, nenhuma informação será dada por enquanto e os jornalistas estão proibidos de se aproximarem da cena do crime.

O ataque acontece poucos dias depois do atentado terrorista à boate gay Pulse, de Orlando, que deixou 49 mortos, além do próprio atirador. Na ocasião o assassino ligou para a polícia afirmando ser um seguidor do Estado Islâmico, mas as reais motivações ainda estão sendo investigadas. #Terrorismo #Casos de polícia