Esta terça-feira (21) foi dia de mais uma edição do famoso "Festival de Carne de Cão" que se realiza todos os anos na localidade de Yulin, na China. Foram chamados vários polícias à paisana com o principal objetivo de evitar os confrontos diretos entre os vendedores de carne de cão e os defensores dos direitos dos animais.

Sempre que se realiza este evento, já tão conhecido mundialmente, são mortos mais de 10 mil #Cães. O que causa maior revolta aos defensores dos animais é o modo como estes cães são mortos. De acordo com os dados recolhidos pelo site Notícias ao Minuto, estes animais são mortos em condições que os ativistas classificam como "espetáculo bárbaro", uma vez que os animais são violentamente espancados e cozidos ainda vivos.

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Os responsáveis por este evento acreditam que, quanto mais aterrorizados estiverem os milhares de animais que são mortos em condições "bárbaras", mais apetitosa será a carne que posteriormente será comida.

Já existe uma petição assinada por cerca de 11 milhões de pessoas, onde é exigido o fim deste "espetáculo bárbaro". Esta petição já foi enviada pela HSI ao atual Presidente da China, Xi Jinping, acompanhada de vídeos com apelos feitos por várias celebridades como Rooney Mara e Matt Damon. Todavia, nada foi mudado já que este festival continua sendo realizado todos os anos sem qualquer alteração na sua organização. Vários locais acreditam que os protestos têm, muitas vezes, o efeito contrário ao previsto, sendo que, cada vez mais, são atraídas mais pessoas para este local.

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hua Chunying, já foi questionada sobre a grande oposição mundial que existe relativamente a este festival.

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Todavia, Hua Chunying referiu que este evento não é "um evento oficial", tendo afirmado que o governo da província onde se realiza este festival (Yulin) nunca apoiou ou organizou o tão conhecido "Festival de Carne de Cão". Deste modo, Hua Chunying concluiu que nada mais é que uma "preferência alimentar" sendo que não existe qualquer "festival com esse nome", apoiado pelo governo de Yulin.  #Manifestação #Violência