Após uma noite trágica na boate #LGBT da cidade de Orlando, na Flórida, a polícia estadunidense divulgou imagens de pessoas que foram vítimas dos disparos efetuados por Omar Mateen, norte-americano de 29 anos.

O assassino ficou algumas horas dentro da boate onde matou mais de 50 pessoas a sangue frio. A maioria dos feridos foi de homens com idade entre 18 a 40 anos. As famílias ficaram muito abaladas e chegaram a receber mensagens de texto das vítimas enquanto acontecia o tiroteio na boate.

Já foram identificados quatro dos homens mortos e feridos na boate Pulse. O primeiro é o técnico de farmácia Stanley Manolo Almodovar III, de 23 anos.

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O jovem teve seu nome divulgado pela prefeitura de Orlando, junto com outros três, com autorização da polícia, que investiga o caso.

O segundo identificado foi Edward Sotomayor Jr., gerente de uma agência de viagens "gay-friendly". O terceiro é o porto-riquenho Eric Ivan Ortiz-Rivera, de 36 anos, e o quarto é Luiz Vielma, de 22. Este último trabalhava na Universal Studios e era frequentador assíduo do mundialmente famoso Disney World.

Contudo, as próprias autoridades já alertaram que esse número pode ser maior do que o divulgado, pois há 53 feridos e muitos encontram-se em estado grave na UTI do hospital local. Por meio de nota, a prefeitura enviou um comunicado à imprensa dizendo que irá trabalhar para que as famílias recebam a notificação de morte dos entes queridos o quanto antes e possam passar pelo processo de luto.

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Apesar de ser de origem afegã, Omar Matten, que foi morto durante uma troca de tiros com a polícia, pode não ter nenhuma ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico. O pai do assassino falou sobre a vida do filho. Ele disse que rapaz era extremamente homofóbico, demonstrando aparente desequilíbrio mental, e ódio por esse tipo de minoria.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lamentou as mortes ocorridas na boate de Orlando, na tarde de hoje. Confira:

 

Intolerância e comemoração

Pela internet, por incrível que pareça, muitas pessoas chegaram a comemorar a morte dos frequentadores da Pulse. Uma internauta que acompanhava a hashtag levantada pelo Twitter #PrayForOrlando chegou a escrever em sua rede social que os gays 'tiveram o que mereciam' e pediu: "mata mais".

A Polícia pode investigar os usuários que pregam esse tipo de discurso na internet. #Crime #EUA