Todo mundo sabe que o posicionamento das religiões a respeito de sexualidade sempre foi bastante controverso com o pensamento da sociedade atual. Grupos ativistas dos direitos das pessoas LGBT frequentemente tocam nessa "ferida" e ouvem críticas. Durante uma viagem de três dias do papa Francisco à Armênia, o pontífice deixou um recado para os homossexuais em uma entrevista coletiva para jornalistas dentro do seu avião. Francisco falou que cristãos e a #Igreja Católica erraram por ter ofendido gays no passado, e disse que essas pessoas não devem sofrer discriminação da Igreja.

Pela internet, muitas pessoas comemoraram a atitude do Papa em tocar novamente nesse tema. 

O jornal "A capa" escreveu em sua página: "Close certo! Papa diz que cristãos devem pedir perdão aos gays".

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Leia alguns comentários no Twitter:

Francisco e os homossexuais

Essa não é a primeira vez que o #Papa Francisco toca nessa "ferida" da história do catolicismo. Em sua primeira viagem para o exterior, ele também conversou sobre esse tema. O papa questionou no Brasil que "se uma pessoa é gay e procura pelo Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-lo?". Na época, a fala ganhou repercussão internacional e simbolizou um primeiro passo da mudança de visão da Igreja Católica em relação à população #LGBT.

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Homofobia mata

A proteção à população LGBT voltou a ser um dos temas discutidos na imprensa após o caso da boate Pulse, em Orlando, na Flórida. No começo deste mês, um homem identificado como Omar Matees foi ao local e matou 49 pessoas, deixando outras 53 feridas. Mesmo após o atentado que chocou todo o mundo, muitas pessoas comemoraram a morte dos homossexuais que frequentavam a boate local. Omar foi morto pela polícia durante um confronto.

De acordo com a polícia, há chances de que o assassino fosse também gay. Um homem identificado como Miguel chegou a dizer que era seu "amante" e que a mulher do criminoso sabia do romance entre deles. No Brasil, famosos e anônimos protestaram contra a homofobia, pedindo para que pare a perseguição aos LGBTs. O próprio Youtube levantou uma campanha chamada "Proud To Be" para que criadores de conteúdo voltado para esse público enviassem vídeos defendendo o orgulho LGBT.