O #Estado Islâmico não perdeu tempo ao anunciar, após os atentados de Nice, qual é o seu próximo alvo. Tal como informa o canal  “Al Aan”, uma jornalista árabe teve acesso a tudo o que se passou, por meio de redes extremistas na Internet, após o atentado na França. Segundo a jornalista publicou no seu “Twitter”, imagens de Berlim sendo apontada como a próxima cidade alvo para o Estado Islâmico foram as mais partilhadas. Sem grande capacidade financeira para organizar um grande atentado, o grupo terrorista quer que os seus “irmãos” usem as armas que têm disponíveis, ou seja, armas e carros europeus, tal como aconteceu ontem em Nice.

Depois do Estado Islâmico ter reunido pelo menos três grupos de extremistas para atacar vários pontos da cidade de Paris, em novembro do ano passado, com o objetivo de atingir o máximo de pessoas possíveis, a verdade é que o modo de operar do grupo extremista mudou radicalmente nos atentados de Nice.

Cada vez mais debilitados e expostos na guerra da Síria, a falta de recursos do grupo é cada vez mais evidente, contando assim que os seus aliados possam fazer atentados espontâneos e sem um grande tipo de preparação prévia.

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Tal como informa o canal “Al Aan”, Berlim é a próxima cidade pretendida pelo Estado Islâmico, sendo que agora as autoridades europeias, além de terem que detectar as células terroristas presentes no seu território, tem que analisar milhares de perfis individuais de potenciais extremistas, que podem estar agindo de forma solitária.

Como tinha pedido em 2014 aos seus “irmãos”, o Estado Islâmico quer que eles, já que não conseguem viajar para a Síria, possam matar o maior número de europeus utilizando as armas e os carros que puderem obter. Agora, além de explosivos, as autoridades sabem que carros e caminhões podem ser usados pelos extremistas, para atropelar o maior número de pessoas em um curto espaço de tempo, sendo o risco cada vez maior se um grande grupo de inocentes se reunir na rua durante feriados e festas nacionais, tal e qual como aconteceu em Nice durante o 14 de julho.

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#Terrorismo #Europa