Por volta das 23h desta sexta-feira (20h35 de Brasília), a agência  de notícias turca, Anadolu, informou que uma bomba foi lançada de um avião, em cima do edifício do Parlamento Turco.

Vários deputados estavam no local, mais funcionários, que tiveram que que correr para o porão do parlamento para se protegerem da fumaça que invadiu o plenário da Assembleia Geral.

Em uma declaração a impressa, o ministro da justiça, Bekir Bozdag, disse que apesar de vários ataques sofridos por parte de militares golpistas, surpreendeu-se com o fato da bomba ter sido lançada no Parlamento, pois apesar de estarem em conflitos os inimigos de guerra sempre respeitaram os Parlamentos. "Mas, os criminosos que estão dentro do Exército, estão atirando bombas no Parlamento", disse ele.

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Ainda existem vários focos de rebelião no país, disse o Serviço de Inteligência da Turquia. Recentemente 13 soldados foram presos tentando invadir o Palácio Presidencial, na capital Ancara. Em outras regiões vários disparos foram feitos e ouvidos nas regiões de Istambul.

Veja imagens: 

Ao todo, mais de 161 pessoas perderam suas vidas por causa de tentativas de golpes, fora os militares que já soma o total de 104 mortos.

O primeiro ministro Yildirim, garante que a situação está "inteiramente sob controle", e ainda disse que 2.839 militares já foram presos por causa dessa tentativa de golpe, que deu o nome de "Mancha".

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Yildirim ainda afirmou que “Irão receber o castigo que merecem, esses covardes".

Segundo o Presidente Recep Tayyip Erdogan, quem estaria por traz desses atentados é Fethullah Gulen, que está exilado nos Estados Unidos. Fethullah em um comunicado disse que "não aceita essas acusações, e que por 50 anos, tem sofrido golpes do Estado Militares, e que é insultante afirmar que ele tem ligações com esses atentados."

As forças armadas turcas, um pouco antes das 18h, horário de Brasília, quase meia-noite no estado turco, anunciaram o toque de recolher em todo o país, e uma lei marcial, por causa dos ataques em várias partes em Istambulm e Ancara.

Os militares afirmam que estão em pleno poder no País, já o #Governo nega isso. #Crise