A diaconisa Eunice Olawale, da Igreja Cristã do Redentor, morreu após homens não identificados cortarem sua garganta enquanto ela pregava o evangelho na Nigéria. As informações são do site Information Nigeria.

O #Crime aconteceu no último sábado, dia 9 de julho, em Abuja, capital da Nigéria. A evangelista estava pregando desde às seis da manhã, porém, misteriosamente foi encontrada morta, horas depois: envolta em sangue, com a garganta cortada e ao lado de sua Bíblia.

A filha da diaconisa, Jessica, declarou à imprensa que a mãe havia pedido que ela cuidasse de seus irmãos e os amasse, exatamente na noite anterior ao crime: “Ela disse que eu deveria ser a mãe deles, e amá-los.

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Depois a última coisa que me disse antes de morrer foi: ‘boa noite, querida’”.

O esposo da diaconisa, Elisha Olawale, também pastor, afirmou que ela saiu de casa às cinco da manhã, como costumava fazer. Não há testemunhas do crime, mas para Elisha as palavras de Eunice incomodavam os membros de uma mesquita localizada nos arredores onde ela pregava.

A polícia foi chamada e está investigando o caso. Seis indivíduos já foram interrogados, mas não houve nenhuma confissão.

Eunice era querida pela família e por moradores da região: “Ela encorajou e ajudou meu pai diversas vezes”, declarou Jessica. Segundo a menina, a mãe também pagou por transporte para um número grande pessoas que não tinham para onde ir.

O Tribunal Nigeriano já reuniu aproximadamente 123 notas de condolências e as enviou à família, incluindo até mesmo uma mensagem da esposa do vice-presidente nigeriano, Sra.

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Dolapo Osinbajo.

A Nigéria sofre com uma guerra de intolerância religiosa há muitos anos. Com o surgimento do Boko Haram, grupo extremista que jura fidelidade ao Estado Islâmico, as perseguições aos cristãos se intensificaram ainda mais e não é incomum os crimes bárbaros praticados na região contra cristãos.

Em meio a essa guerra, a garota Jessica finaliza suas declarações “Eu vou cuidar de meus irmãos mais jovens. Ainda não consigo acreditar que ela se foi. Eu a amo muito”. #Investigação Criminal #Fanatismo religioso