Na noite dessa quinta-feira, 14, os franceses que acompanhavam as comemorações do Dia da Bastilha, passaram por momentos de terror. Um caminhão com passageiros armados acelerou contra os pedestres, matando dezenas de pessoas atropeladas ou com tiros.

Instantes após o massacre de Nice, cidade localizada no sul da França, imagens do desespero das pessoas sobreviventes eram mostradas pela imprensa e por populares que divulgavam vídeos nas redes sociais. Brinquedos deixados pelo chão, familiares ao lado de um parente sem vida e dezenas de corpos espalhados pelo local marcaram esse momento triste, não só para a França, mas para a humanidade.

Publicidade
Publicidade

Enquanto uma multidão corria para se abrigar em local seguro e outras choravam, um programa de TV português noticiou em primeira mão, que membros do grupo terrorista Estado Islâmico, estava comemorando o atentado em uma rede social de troca de mensagens.

Sites de notícias de Portugal também confirmaram que pelo Twitter, membros do grupo terrorista estão compartilhando fotos do atentado com legendas de comemoração. Segundo o governo, o grupo não assumiu a autoria, apesar de comemorar o ato criminoso. Em novembro do ano passado, quando aconteceu o massacre de Paris, os terroristas demoraram algumas horas para se pronunciarem oficialmente sobre a autoria do crime.

O que se sabe até agora

O motorista do caminhão foi abatido pela polícia e até o momento as autoridades locais só informaram que ele era um francês que vivia na região.

Publicidade

Um segundo homem que participou do atentado estaria foragido e não há informações oficiais sobre um possível terceiro ocupante do veículo que foi citado pela imprensa francesa.

O presidente da França, François Hollande, fez um comunicado oficial no início da madrugada dessa sexta-feira, 15, afirmando que Nice está em estado de emergência e que entregará ao Congresso uma proposta para que a medida se estenda pelos próximos 90 dias, a fim de assegurar a integridade física dos franceses e tomar as decisões que forem necessárias para evitar uma outra tragédia. #Terrorismo #Estado Islâmico #Ataque Terrorista