Apesar do governo português ter garantido que apenas um imigrante português tinha ficado ferido nos atentados de Nice, a verdade é que as autoridades confirmaram a morte de uma menina luso-descendente, depois de ter sido violentamente atropelada pelo caminhão do terrorista. Tal como informa o canal “TVI” depois de falar com vários familiares portugueses, também o seu irmão mais velho, de 14 anos, está desaparecido desde a noite do atentado, no passado dia 14 de julho.

Ao todo estão confirmadas mais de 84 mortes após o ataque de um soldado do #Estado Islâmico na cidade do sul da França. Contudo, e devido aos mais de 50 feridos em estado grave, esse número macabro poderá subir muito mais, rapidamente se tornado um dos atentado mais mortíferos da Europa no último século. As autoridades francesas estão agora investigando o passado e os motivos para que o franco-tunisino, divorciado e com três filhos, decidisse cometer um atentado dessa magnitude, sendo que, segundo a polícia, ele não tem nenhum registo de viagens para a Síria ou o Iraque, ao contrário do que acontece com os demais soldados do Estado Islâmico.

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O terrorista do Estado Islâmico usou um caminhão de cerca de 19 toneladas para matar o maior número de pessoas possíveis ao longo de dois quilômetros da praia. Entre as vítimas do ataque está a menina luso-descendente que não resistiu aos ferimentos graves após ter sido atropelada,informa o “TVI”. 

Nas redes sociais, a comunidade portuguesa garante estar em choque pela confirmação das autoridades, garantindo que França é cada vez mais um país pouco seguro para os portugueses. Muitos deles afirmam que estão pensando seriamente em abandonar o país para voltar a Portugal, temendo que mais atentados possam ocorrer nos próximo meses em território francês. Tudo indica que isto possa acontecer, apesar das muitas tentativas do governo francês em garantir que tudo está sobre controle. Como resposta ao atentado de Nice, Hollande, presidente francês, já decretou três dias de luto nacional, além da extensão do prazo de alerta máximo de terrorista para os próximos três meses.

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#Terrorismo #Europa