Donald Trump é um dos candidatos que pode ser o novo presidente do Estados Unidos. Ao lado de Hillary Clinton, ele aparece na frente das pesquisas eleitorais. Curiosamente, mesmo tendo quase a mesma quantidade de votos do que sua adversária, Trump é o preferido dos alvos da imprensa, que tentam fazer de tudo para derrubá-lo. Nesta terça-feira, 19, por exemplo, a mulher do magnata foi acusada de plagiar Michelle, esposa do atual presidente Barack Obama. Uma das responsáveis da campanha de Trump, que escreveu o discurso, chegou a pedir demissão depois das acusações, mas o candidato não aceitou. 

Nesta quarta-feira, 20, foi a vez de uma mulher o acusar de tentativa de estupro.

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A mulher em questão é a maquiadora Jill Harth. Em entrevista ao jornal britânico  “Guardian”, ela afirmou  que ele tentou estuprá-la em 1997. O caso que teria ocorrido há quase vinte anos, apenas agora vem à tona, justamente no período em que a corrida eleitoral está mais acirrada. A postura da imprensa americana também se repete aqui no Brasil. O foco do noticiário é criticar qualquer discurso de Trump. Jornalistas deixam quase claro que querem que ele perca. 

Muitos deles disseram claramente que seria um retrocesso ter como Trump um presidente americano. Entre as críticas, está o fato de que ele seria muito conservador e poderia ser um problema para as minorias. De fato, o apresentador é muito polêmico, mas será que Hillary não comete seus erros? Outro ponto a se observar é o fato das críticas não serem feitas em colunas de opinião ou editorias, mas sim em todas as matérias.

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Mesmo quando não há nada de polêmico, o comunicador é criticado.

Muitos brasileiros comparam Trump ao deputado federal Jair Bolsonaro, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. O político enfrenta diversos processos por conta de sua postura. Entre eles, está um aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no qual Bolsonardo é acusado de estimular o estupro por dizer que a deputada Maria do Rosário (PT - RJ) "Não merece" ser estuprada. Jair tenta se defender e é pré-candidato à presidência.  #Eleições EUA 2016