Há muitos e muitos anos, costumes como tatuagens, piercings e cores de cabelos, são discriminados pelo mundo todo. São firmas, escolas, grandes empresas e vários outros locais que não permitem que pessoas assim participem do mesmo ambiente do que as outras. Em alguns lugares se trata de uma norma ou uma regra, mas em outros, se trata apenas de puro preconceito mesmo.

Para a enfermeira americana Mary Walls Penney, esse tipo de preconceito aconteceu de uma forma que ela nem esperava. Ela, que tem os cabelos bem coloridos com tons de azul, verde e roxo, foi parada em um supermercado por uma atendente de caixa que chegou humilhá-la em público por causa da cor de suas madeixas.

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Segundo Mary, seu cabelo é colorido assim porque ela adora o desenho ‘May Little Pony’, mas o que parece mesmo, é que nem todos pensam como ela.

A enfermeira é especialista em tratamentos de pessoas com demência e doença de Alzheimer e, no início desse mês, ao sair do seu expediente no hospital, resolveu ir até uma loja de conveniência onde foi confrontada pela atendente. Quando foi pagar a conta, a mulher olhou para ela e ficou observando seu crachá, então perguntou a Mary qual era a sua função no hospital.

Quando Mary disse que era uma enfermeira, a atendente logo se assustou e disse: “O que os seus pacientes pensam do seu cabelo? “ Então chamou a próxima pessoa da fila para comentar sobre a aparência da jovem, mas ela não parou por aí e disse que quando trabalhava em um fast-food seus patrões não permitiam que ela pintasse os cabelos.

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Muito chateada com os comentários preconceituosos da atendente, Mary respondeu a ela que não se lembra de nenhuma vez o seu cabelo tê-la impedido de salvar uma vida. Ou suas tatuagens nunca atrapalharam na hora que ela precisou segurar a mão de alguém que estivesse assustado, pois o Alzheimer estava lhes roubando suas memórias.

E ela continuou dizendo à atendente que os seus vários piercings nunca lhe impediram de ouvir as histórias comoventes dos seus pacientes e seus últimos desejos de vida. E, para terminar, ela ainda disse que  seu piercing da língua por exemplo, nunca a atrapalhou quando ela queria oferecer-lhes uma palavra de conforto quando foram devidamente diagnosticados com uma doença grave.

Depois de ser discriminada pela funcionária, Mary postou uma foto em seu Facebook com dizeres que emocionaram a todos, que ficaram chocados com a história por ela relatada no post. Com isso, ela ganhou mais de 150 mil curtidas em apenas duas semanas e se tornou uma verdadeira heroína.

#Curiosidades #Crime #EUA