A Guerra Fria tomou corpo tão logo os Estados Unidos e a ex-URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas assumiram o papel de lideranças do mundo moderno após o término da 2ª Guerra Mundial. Os embates discursivos entre as duas super-potências tinham se dissipado com anúncios, mesmo que tênues, de segurança e paz com a queda do comunismo na Europa Oriental. No entanto, agora ressurgiram com força total entre os #EUA e o que sobrou de poderoso do império soviético, a Rússia.

O grande receio dos especialistas em diplomacia internacional é que essas rusgas entre as duas nações, como se tem observado recentemente, acabe levando a uma generalização do conflito e, até mesmo, provoque a eclosão da 3ª Guerra Mundial, que pode facilmente provocar a destruição do planeta Terra com as armas nucleares modernas.

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Tanto é que a USCM, sigla em inglês para a Conferência de Prefeitos dos EUA, realizada entre os dias 24 a 27 de junho, na cidade norte-americana de Indianápolis, alerta para o perigo explícito do que está acontecendo no mundo nesse momento.

A USCM é uma organização sem partido dos dirigentes políticos das cidades que possuem número superior a 30 moradores e fez a absoluta questão de criticar as manobras militares que ficaram conhecidas os “Jogos de Guerra Anaconda”, praticadas justamente diante da fronteira com a Rússia, elevando sensivelmente a tensão de conflito entre norte-americanos e russos e podendo gerar reações com armas nucleares por parte dos 2 países.

Há décadas que a OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte não realiza tais “jogos de guerra”, contando com, aproximadamente, 14 mil militares participando nos testes de manuseio das defesas antimísseis no leste da Europa, reiterou a USCM.

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O aumento da tensão de uma guerra nuclear é tangível com as manobras norte-americanas nas portas da Rússia, uma vez que o arsenal é composto por mais de 15 mil artefatos nucleares, muito mais impactantes do que as históricas bombas jogadas sobre as populações civis japonesas de Hiroshima e Nagasaki.

Os EUA e a Rússia detêm 94% do total dessas armas nucleares, revelou o grupo de prefeitos da USCM, que criticou o presidente Barack Obama por ceder terreno ao estado de Defesa, onde disseram textualmente que com isso houve a criação de um ambiente favorável para se "estabelecer a fundação para os EUA gastarem um trilhão de dólares nas próximas três décadas" na chamada modernização nuclear que aumentará os arsenais atômicos, o que se contrapõe diretamente ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear entre as nações com arsenal atômico. #Coalizão russa #Coalizão americana