O #Estado Islâmico mudou radicalmente a forma como tem elaborado os seus atentados, principalmente na #Europa. Tal como informa o jornal “Público”, o maior grupo terrorista do mundo agora garante que os próximos ataques à França vão ser realizados com carros e armas na rua, ao contrário dos explosivos e homens-bomba que eram utilizados até agora. Com essa nova estratégia macabra, o grupo terrorista tenciona causar o maior número de mortes possíveis com o menor orçamento que conseguirem.

Depois dos atentados em Paris em novembro passado, foi notório o enfraquecimento do Estado Islâmico e perda de muito território, que tinha conquistado na Síria, após os constantes bombardeios efetuados pela França, Rússia e Estados Unidos da América.

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Como resposta a esse mesmo enfraquecimento, o grupo tem incentivado os seus soldados a atacarem com, literalmente, o que tiverem à mão.

Além de pedir para fazer o máximo para causar o maior número de mortes, o Estado Islâmico se dirigiu aos seus membros, principalmente ao que estão já vivendo na França, para usarem “pedras, armas ou carros”, tudo o que for necessário para matar os infiéis, tal como informa o jornal português “Público”. Ouvindo precisamente o que o Estado Islâmico pediu, apenas um soldado conseguiu matar pelo menos 84 inocentes, usando somente um caminhão e uma arma de fogo, conseguindo ultrapassar todas as barreiras de segurança com relativa facilidade.

Por isso mesmo, nos próximos atentados à França, o plano arrepiante do Estado Islâmico parece ser simples: usar todas as armas que os seus soldados tenham ao alcance, para causar o maior caos e pânico nas ruas francesas.

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Nas redes sociais, muitas comunidades imigrantes garantem não se sentirem protegidas na França, depois dos constantes atentados no seu território, sendo que muitos deles garantiram mesmo que estão pensando em sair o mais rapidamente possível de França com as suas famílias. O país continua em alerta máximo e Hollande já prometeu controlar com muito mais eficácia todas as suas fronteiras a partir de agora. #Terrorismo