As autoridades portuguesas combaterem um enorme #Incêndio junto ao centro do FC Porto em Vila Nova de Gaia, no norte de Portugal. Tal como informa o “Jornal de Notícias”, os bombeiros tiveram que recorrer a aviões para conseguirem controlar as chamas, conseguindo assim travar o terror o choque de todos os moradores e dos responsáveis do FC Porto. Nas redes sociais, muitos portistas estiveram em pânico por saberem que as instalações do FC Porto poderiam ser atingidas pelo incêndio descontrolado.

Com um dos verões mais quentes de anos, principalmente nas últimas semanas, Portugal tem sido afetado por dezenas de incêndios de norte a sul do país.

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Contudo, um desses incêndios esteve perto de atingir o centro de treinamentos utilizado pelo FC Porto, que também é muito usado pela formação do clube português.

Sem conseguir controlar as chamas através dos meios tradicionais, os bombeiros portugueses tiveram que utilizar aviões para conseguir travar o avanço do incêndio que poderia ser chocante. Como informa o “Jornal de Notícias”, o incêndio foi considerado pelos bombeiros como sendo “bastante forte” e que os trabalhos, mesmo depois do auxílio aéreo, teve que continuar durante toda a noite, com o principal objetivo de conseguir eliminar as chamas o mais rapidamente possível.

Em uma altura em que as temperaturas em Portugal passam regularmente os 32 graus, sendo que em algumas regiões interiores o calor passa mesmo os 40 graus, as autoridades portuguesas estão cada vez mais atentas à enorme possibilidade de novos incêndios atingirem o território português.

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Nas redes sociais, após o enorme choque e terror vividos pelos portugueses, sobretudo portistas que temerem pelas instalações do FC Porto, a tranquilidade voltou e o alerta para novas ocorrências semelhantes aumentam consideravelmente. Apesar de ter sido junto ao seu centro de treinamentos, o FC Porto ainda não reagiu oficialmente ao grave incidente, dando total protagonismo ao trabalho rápido dos bombeiros de Vila Nova de Gaia que conseguiram que os estragos fossem reduzidos ao mínimo possíveis. #Europa #Casos de polícia