Uma adolescente israelense foi assassinada a facadas na manhã de quinta-feira (29), enquanto estava em sua cama. Um terrorista árabe, de uma aldeia próxima, invadiu a casa da adolescente Hallel Yaffa Ariel, de 13 anos de idade, esfaqueou-a em várias partes de seu corpo. Ela foi levada à emergência do Centro Médico Shaare Zedek, de Jerusalém, mas não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer.

O terrorista, identificado como Mohammed Nasser Tarayrah, de 19 anos, também esfaqueou e feriu gravemente um guarda civil, que o viu através das câmeras do circuito fechado e foi atrás dele.

O guarda, mesmo ferido, conseguiu atirar e matar o invasor, que mora em Bani Naim, uma aldeia árabe perto de Kiryat Arba, localizada próximo da cidade de Hebrom, que é controlada pela Autoridade Nacional da Palestina.

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A mãe do assassino disse à imprensa de Hebron que ela estava orgulhosa de seu filho, que o considera um “herói”, segundo informou a Palestina Média Watch.

Meu filho é um herói. Me sinto orgulhosa. Meu filho morreu como um mártir defendendo Jerusalém e a Mesquita al-Aqsa. Adorado seja Alá, senhor do universo”, disse ela orgulhosa.

A mulher acrescentou que seu filho “se uniu aos mártires, e ele não é melhor que eles. A vontade de Alá é que todos sigam este caminho, todos os jovens da Palestina. Alá seja adorado”.

O terrorista poderia ter se inspirado em uma entrevista do membro do Comitê Central de Fatah, Sultan Abu Al-Einein, publicada no início da semana pela Sônia Al-Watan, uma agência de notícias palestina independente e traduzida pela Palestinian Media Watch.

“Se me perguntar sobre a minha posição pessoal, te diria que ‘aonde você encontrar um israelense, que lhe corte a cabeça”, Einein, assessor do presidente Mahmoud Abbas, respondeu quando o entrevistador lhe perguntou sobre a normalização com Israel.

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“Da mesma forma, estou contra os debates, negociações, reuniões e normalização em todas suas formas com a ocupação israelense”, disse Einen.

O coordenador das atividades governamentais nos territórios emitiu um comunicado dizendo que este tipo de observação é uma reminiscência de lugares como Mosul e al-Raqqa, controlados pelo #Estado Islâmico, informou a United with Israel.

“Ao mesmo tempo, este tipo de incitação é a razão dos ataques terroristas como em Tel Aviv, há duas semanas, em que quatro israelenses inocentes foram assassinados e muitos outros ficaram feridos.” O texto diz ainda que isto “impede o progresso” para o desenvolvimento da cooperação na região. O ataque referido aconteceu dia 8 de junho em um restaurante popular em Tel Aviv.

A mais recente onda de #Terrorismo começou em setembro passado, deixando 37 mortos e centenas de feridos.

*Artigo original publicado no site MundoCristiano. #Fanatismo religioso