Embora os candidatos à presidência dos EUA, bem como grandes líderes mundiais, tenham tentado demonstrar controle na luta contra o #Terrorismo, #Donald Trump e Hillary Clinton decidiram quebrar essa regra ao falarem sobre o assunto.

Os dois candidatos são o oposto um do outro em quase tudo durante a campanha eleitoral, sobretudo nas políticas para combate ao terrorismo. Mas, após o ataque que ceifou a vida de mais de oitenta pessoas em Nice, na França, ambos declararam que o mundo está em guerra.

As declarações para a imprensa

Hillary concedeu uma entrevista à CNN e ao New York Post, onde disse que considera o momento atual uma terceira guerra mundial.

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Ainda reforçou que o mundo vive em uma guerra por causa de jihadistas que recrutam pessoas para promover o mal.

Donaldo Trump foi bem mais direto que sua adversária. Em entrevista ao Fox News, o candidato afirmou que o mundo vive uma guerra mundial: ‘Esta é uma guerra’. Trump vai ainda mais longe e afirma que estamos vivendo uma guerra e que os adversários não usam uniformes. As palavras do político são em referência ao fato dos combatentes do EI se misturarem em meio às pessoas para fazer seus ataques, sem serem previamente identificados.

Como combater o ISIS?

Clinton segue a política de seu marido e ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e de seu sucessor, George Bush. Ela quer trabalhar com todas as abordagens possíveis para acabar com o terrorismo, não arriscando-se a falar de uma em especial.

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Já Donald é enfático: ‘Temos que eliminar o #Estado Islâmico. Trump defende o extermínio de jihadistas e o controle de imigrantes vindos de países de predomínio do islã, bem como gerou polêmica recentemente ao dizer que queria proibir a religião de Maomé nos EUA.

Os alvos do Estado Islâmico

O grupo terrorista ISIS ou mais conhecido como Estado Islâmico, almeja um califado mundial até 2030 e tem divulgado essa pretensão para o mundo através de vídeos nos últimos dois anos. O grupo quer, primeiramente, recuperar o território europeu onde no passado existiu o Al-Andalus e que hoje abriga partes ou todo o território de alguns países, como Portugal, França, Itália e Espanha.

Os terroristas também têm planos para o Reino Unido e os EUA antes de espalhar-se pelos demais continentes. Com propostas atraentes de dinheiro, poder, mulheres e ‘santidade’, os jihadistas têm recrutado milhares de pessoas pelo mundo inteiro. O objetivo é que essas pessoas façam ataques em seus próprios países, ficando aquém de qualquer suspeita de autoridades.

Terroristas no Brasil

No Brasil, pessoas são monitoradas com suspeita de envolvimento com o grupo e nessa semana a inteligência francesa revelou que um combatente brasileiro planejava atacar a delegação olímpica da França.