As questões religiosas seguem gerando cenas tristes ao redor do mundo. Em nome da ‘guerra santa’ e do ódio ao ocidente, um garoto que carregava artefatos explosivos fixados ao próprio corpo foi usado como arma e quase mandou para os ares parte de um povoado da cidade de Kirkuk, no Iraque.

Conforme mostra o vídeo com quase três minutos de duração, o menino, com idade entre 12 e 13 anos e que ainda não foi identificado pelas autoridades de segurança locais, pretendia detonar a bomba, mas foi impedido a tempo pelos policiais, que o prenderam.

O portal iraquiano "Rudaw" divulgou, no último dia 21 de agosto, que o menino-bomba mantinha os artefatos presos em sua cintura, por meio de faixas enroladas em sua barriga.

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As imagens noturnas foram registradas por um jornalista do Rudaw e flagram o momento em que o adolescente já está imobilizado pelos agentes, que o seguram pelos braços. Eles rasgaram as vestimentas do garoto e por isso é possível ver o cinto de explosivos, colocados provavelmente com a ajuda de adultos fundamentalistas ligados ao Estado Islâmico.

Depois do jovem ser segurado e preso, a bomba foi desarmada pela polícia. Nas fotos feitas pela imprensa local é possível ver o adolescente chorando e tentando reagir assim que os artefatos são retirados do seu corpo. Ele estava de fato obstinado em ir para o sacrifício em nome de uma causa religiosa radical.

O veículo de comunicação que fez as imagens ainda informa que horas antes um outro atentado terrorista ocorreu no país. Um homem detonou uma bomba na região de Wasit, atingindo três pessoas.

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Elas ficaram feridas mas sobreviveram.

Momentos depois, houve ainda um terceiro episódio bastante semelhante, na mesma região. Felizmente ninguém ficou ferido.

Não se sabe ainda se essas três ações terroristas foram planejadas e realizadas de forma coordenada. Mas especula-se que todas são retaliações do grupo terrorista Estado Islâmico, cuja base territorial tem sido diminuída na região de Kirkuk, devido à repressão policial local.

#Crime #Casos de polícia