Não é de hoje que os países da Europa como um todo se preocupam e muito com as questões de segurança e aplicações de normas rígidas de trânsito no velho continente. Para os povos daquela parte do mundo, as regras no trânsito não se destinam unicamente a punir financeiramente os seus infratores, mas, antes de tudo isso, têm a função de desestimular que as pessoas não as obedeçam, servindo ainda para motivar a condução responsável e equilibrada nas estradas e rodovias europeias. 

Diante de um contexto social tão bem regrado, Aida Hadzialic, com 29 anos de idade, que é a ministra mais nova da Educação Secundária e para Adultos da Suécia, país do norte da #Europa, veio a público em 13 de agosto para anunciar que no dia 15 de agosto, ela estará renunciando à direção da pasta que ocupa no Governo de Estocolmo, uma vez que ela foi reprovada no teste do bafômetro realizado pela polícia de trânsito do seu país. 

Aida estava vindo de carro da Dinamarca, onde tinha ido assistir um show em Copenhague e foi parada já no sul da Suécia, mais especificamente na cidade de Malmo, ocasião em que foi convidada pela autoridades policiais, mesmo sendo ministra a fazer o teste do bafômetro.  

O exame revelou que a quantidade de álcool presente no organismo de Hadzialic apresentou o índice de 0,2 miligramas de álcool em seu sangue, o que é #Crime na Suécia.

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A título de comparação, a quantidade mínima de álcool permitido no trânsito pelas autoridades brasileiras é de 0,5 miligramas. 

Hadzialic não tentou esconder o que acontece e disse inclusive em uma entrevista coletiva que concedeu que horas antes havia ingerido vinho, mas só pegou a direção do carro após ter julgado que os efeitos da bebida já tinham passado. Entretanto, ao ser parada na blitz da polícia, foi constatado que não, e recebeu uma multa e o caso foi levado como acusação para as instâncias superiores. 

A ministra disse ter muito pesar por haver "decepcionado" a um grande número de pessoas e ainda estava "com raiva de si mesma" e o que é mais importante, de que ela se encontrava "profundamente arrependida". 

Stefan Lofven, que por sua vez é 1.º ministro da Suécia e do mesmo partido de Aida, comunicou que é muito triste perder a participação no governo da ministra, mas que devido a gravidade dos fatos, ele aceitará o pedido de demissão de Hadzialic.

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Quem estará substituindo a antiga ministra será Helene Hellmark Knutsson, que hoje atua na pasta da Educação Superior do país. #Legislação