Dificilmente, alguém no Facebook nesta quarta-feira, 11, não viu a história de uma mãe que teria se apaixonado pelo filho e que agora tenta da justiça americana a autorização para que os dois tenham um relacionamento e o direito de fazerem sexo. Pois bem, a mulher identificada como Monica Mares, de 36 anos, agora, pode passar mais de um ano na cadeia após ter chocado todo o planeta. O caso amoroso controverso acontece na cidade do Novo México, nos Estados Unidos. Além dela, quem pode parar na cadeia é Caleb Peterson, de 19 anos, o filho que também está afinzão de ter autorização para transar com a mãe.

Em entrevista ao tabloide inglês Daily Mail, Mônica explicou como tudo aconteceu e pede a compreensão dos vizinhos, que estaria a agir com muito preconceito e até fazer ameaças.

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Ela contou ao jornal que deu à luz muito nova e que era uma mulher inexperiente. O parto de Caleb aconteceu quando sua mãe tinha apenas dezesseis anos. Sem condições financeiras e psicológicas para cuidar da criança, ela colocou o garoto para a adoção. No entanto, 18 anos depois eles se reencontraram e há cerca de um ano namoram. 

Ela relata que o amor foi à primeira vista e que o que tem por Caleb não é o sentimento de mãe para filho, mas de mulher para homem. "Nós demos as mãos e acabamos nos beijando. E o beijo levou a outras coisas", explicou a dona de casa indicando que já foi para cama com o homem que gerou em seu ventre por nove meses. O caso é tão estranho que caso o casal tenha um novo filho, a criança será ao mesmo tempo filha e irmã de Caleb, que diz não se importar com a opinião alheia. 

A mulher relata que o sentimento é de ter conhecido uma pessoa nova e que se sente muito apaixonada pelo rapaz.

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No entanto, ela confessa que acredita que esse sentimento não teria acontecido se ela tivesse criado o garoto ou o conhecido antes dele se tornar um homem feito. A atração de um pelo outro é tão imensa que até um dos ex-maridos da dona de casa, Dayton Chaves, pai de dois dos nove filhos da mulher, disse que apoia o relacionamento.  #Família #Crime #EUA