Segundo um comunicado do alto comando militar da Coreia do Sul, na noite de quarta feira(24/08/2016), um submarino norte-coreano teria lançado um míssil em direção ao Japão. O teste balístico aconteceu às 5h50 de quarta feira (17h50 no horário de Brasília).

O míssil seguiu seu trajeto por 500km dentro do mar do Japão, o que representou grande ameaça para as autoridades japonesas, visto que o resultado desse teste ultrapassou, de longe, as distâncias percorridas por outras armas. As autoridades sul-coreanas consideraram o teste como uma grave violação à segurança da região.

Os Estados Unidos, junto com o Japão, consideraram o ato como uma grave provocação.

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O primeiro-ministro japonês, Shizo Abe, afirmou que se trata de um ato de imprudência imperdoável, e mostra receio em relação à segurança de seu país, já o porta voz de Washington, Justin Higgins, declarou que os Estados Unidos condenam fortemente o teste balístico realizado pela #Coreia do Norte, e acrescentou que reforçam o repúdio da comunidade internacional em rejeitar qualquer ação ilegal dos norte-coreanos.

Para os americanos, o teste não considerou nenhuma ameaça a sua integridade nacional. O míssil provavelmente se tratava de um modelo KN-11, e foi lançado da região de Sinpo, na costeira oriental do país.

Suposto tiro de alerta da Coreia do Norte

O teste do míssil foi realizado após uma série de treinamentos e manobras militares feitas, envolvendo tropas americanas e sul-coreanas, que foram classificadas como de postura "defensiva", porém, um porta-voz de Pyongyang, afirmou que, se a Coreia do Norte tiver sua soberania ameaçada, ou violada, responderá com ataques nucleares.

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Na última terça feira, dia 23/08/2016, o primeiro-ministro japonês havia se dirigido à Coreia do Norte com um apelo, pedindo para que o país não fizesse mais provocações como as que haviam sido feitas com os testes de outras armas.

O vice-ministro japonês, Kiyoshi Odawara, ainda afirmou, perante o conselho de segurança da ONU, que essas violações atrapalham muito o esforço mundial em combater a "não proliferação de armas", e não se justificam sob ótica nenhuma.

Odawara também chamou os países que compõem os membros da ONU a serem mais rígidos no que tange as aplicações de sanções que serão aplicadas à Coreia do Norte pelo número absurdo de violações. #Segurança Mundial #Ataque Nuclear