Um agente policial que atua no presídio Payne County, em Oklahoma, Estados Unidos, foi atacado de surpresa por um preso quando fazia seu trabalho de rotina num dos anexos do complexo penitenciário.

No entanto, mais surpreendente ainda que o atentado, foi o fato de um outro prisioneiro entrar em cena, não para ajudar o primeiro a iniciar um motim, mas, sim, para salvar o agente penitenciário do sufoco.

Tudo foi filmado pelas câmeras de monitoramento do presídio. O vídeo começa com o policial abrindo uma das portas. Nesse momento, o detento, que usa macacão laranja, parte para cima. Ele agride a autoridade com vários socos.

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Quando o policial tenta sacar o que parece ser uma arma, o preso dá-lhe um golpe que impede a reação. Ele pega o policial pela cintura, o derruba no chão e, antes que ele caia, o objeto voa longe.

A partir daí, ambos travam uma luta corporal sem armas. O prisioneiro herói assistia a tudo sentado a alguns metros da confusão e resolve então se levantar em direção aos dois. Ele o faz até de forma tranquila.

Pelas imagens nota-se que este segundo preso é bem mais forte que os dois oponentes. Ele presta socorro ao policial aparentemente sem fazer muito esforço. Imobiliza o colega de cela por trás, dando uma espécie de abraço de urso para estrangular suas costelas. Enquanto isso, o policial tenta conter um dos braços do seu adversário.  

Tashka Robert Frank Maret, de 24 anos, é então levado ao chão e na sequência aparece reforço para contê-lo de vez.

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O preso que resgatou o policial chama-se Robert Charles Hammock.

Segundo a imprensa internacional, Kevin Woodward, capitão do Gabinete de Segurança do Condado de Payne, atribui a situação ao fato de haver poucos guardas na penitenciária, devido a cortes orçamentais. Ele ressalta que esse déficit de pessoal torna o serviço de patrulha interna muito mais perigoso.  

O prisioneiro brigão foi preso sob a acusação de embriaguez pública e pequenos furtos. Com esse péssimo comportamento, ele enfrentará em seu processo a possibilidade de sua pena aumentar em mais cinco anos.

Ninguém ficou ferido.

#Crime #Casos de polícia