O grupo extremista Estado Islâmico (EI) demonstra não ter qualquer limite quando o assunto é disseminar sua política de ódio por todo o mundo. Para aterrorizar o planeta, principalmente os países da Europa, o grupo tem utilizado até mesmo crianças em vídeos que exibem execuções. Nesta sexta-feira, 26, por exemplo, um vídeo publicado no Youtube mostrava o assassinato de cinco homens que estavam sob o poder do grupo que promove a guerra em nome da religião. Os prisioneiros são mortos por crianças-soldado. De acordo com informações do site da Revista Veja, uma das crianças pode ser da Inglaterra.

O vídeo com a execução chegou a ser compartilhado por sies como o Facebook e o Youtube.

Publicidade
Publicidade

No entanto, já na manhã deste sábado, 27, as versões originais que ganharam a grande rede já não estavam disponíveis. O Facebook e o Youtube até deixam que publiquem essas imagens, mas desde que sirvam como denúncia ou conscientização. Dessa vez, no entanto, as críticas as imagens envolvendo crianças foi tão grande que as redes sociais decidiram excluir o conteúdo e evitar um possível processo judicial. 

No vídeo, os meninos assassinos usam uniformes do #Estado Islâmico e começam a gritar frases árabes. Eles apontam armas para os homens, que estão vestidos de laranja e ajoelhados. As crianças parecem não ter qualquer remorso em realizar a ação, demonstrando o poder psicológico que o terrorismo poder ter. Os vídeos com crianças envolvendo o Estado Islâmico está cada vez mais comum. No entanto, essa seria a primeira vez que uma criança não árabe é exibida nas imagens.

Publicidade

Apesar de aterrorizar o mundo, o EI tem ficado mais fraco e com menos dinheiro. Por isso, tem apostado na mídia para conquistar os chamados "lobos solitários", pessoas que acabam não tendo uma relação direta com o grupo, mas que admira o trabalho do terror. Foi isso o que aconteceu na boate americana, onde dezenas foram mortos. 

Atenção, havíamos incorporado o vídeo a partir do Youtube, mas devido ao seu alto teor de violência, a plataforma de vídeos decidiu excluir a publicação.  #Crime #Investigação Criminal