A empresa japonesa Trottla tornou- se um centro de controvérsias e escândalos após se descobrir uma de suas linhas de negócio: a venda de bonecas sexuais hiper-realistas representando crianças, cujo público-alvo são pedófilos. As bonecas sexualizadas, que se assemelham a crianças a partir dos cinco anos de idade, são vendidas através do site japonês para pedófilos do mundo todo, podendo os clientes escolher as cores dos olhos, cor e tamanho.       

Shin Takagi, fundador da empresa Trottla, um pedófilo confesso, tem defendido o seu vício pelas bonecas hiper-realistas, dizendo ao portal Fairfax Media "Eu sou um artista".  As bonecas de imitação são colocadas em camas com posições provocativas, e muitas vezes usam acessórios infantis como uniforme escolar e mochilas.

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Algumas meninas estão sorrindo enquanto outras são feitas com aparência de choro ou dor, já que as bonecas são feita uma a uma, com variedade de expressões, para satisfazer as preferências e necessidades de seus clientes, relata o empresário Shin Takagi.

Os peritos especialistas no assunto alertam que a utilização de bonecas não altera a orientação sexual dos pedófilos e as suas atitudes em relação às crianças reais, e muito menos refreia seus desejos sexuais. O psicólogo e sexólogo da Universidade de Toronto Michael Seto adverte que a venda das bonecas representando as meninas podem até mesmo "agravar" o  sentimento e frustração sexual, ao mesmo tempo deixa em  aberto a possibilidade de que "eles não podem reduzir suas necessidades de #Pedofilia".         

Shin Takagi se defende contra as acusações por sua linha controversa de bonecas afirmando "Eu estou ajudando as pessoas que querem expressar seus verdadeiros desejos  de forma legal e ética".

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Ele explica que não vale a pena viver com um desejo reprimido e que muitas vezes até recebe cartas de clientes lhe agradecendo por os terem livrado de cometer um #Crime de pedofilia contra crianças. Takagi assegura que seus principais clientes são pessoas famosas, médicos ou professores, que compram para inibir seus impulsos de pedofilia.

O assunto foi divulgado pelo jornal inglês Daily Mail, veiculando o fato de que os serviços de alfândega da Austrália estão bloqueando as importações de clientes australianos desse produto vindo do Japão. O Departamento de Imigração e Proteção de Fronteiras declarou que a posse desse material é considerada um crime, de acordo com a lei do país. #Polícia Federal