O mundo fiçou chocado quando soube do caso envolvendo uma garota, de apenas 16 anos de idade, que foi cruelmente estuprada por invasores muçulmanos. O caso aconteceu na região de Sheikhupura, em Punjab. O pai da jovem ainda está em choque e diz que está buscando justiça para resolver o que aconteceu com sua filha, ele também lembra que o sistema legal do país está muito escasso, mas carrega a esperança de que algo seja feito.

O caso foi registrado no dia 7 de julho e, até agora, nada foi resolvido. Masih conta que foi violentada por um homem chamado Muhammad Igrar em companhia de seus cúmplices. Na hora exata do crime, seu pai escutou os pedidos de socorro e conseguiu adentrar no local do abuso, mas, infelizmente, os agressores conseguiram fugir ilesos do local.

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"Quando escutei os gritos da minha filha fiquei desesperado e invadi a casa rapidamente, quando Igrar me viu ele conseguiu escapar do local deixando a minha filha de 16 anos em uma situação deplorável, me doeu ver aquilo”, desabafa o pai da garota.

O pai da jovem fala que agora teme que isso se torne constante e que a liderança da política local ofereça apoio aos atacantes muçulmanos, mesmo se a polícia resolver puni-los, eles podem ter alguns vínculos com a política, que pode oferecer ajuda para que nada aconteça contra eles. O grupo de vigilância de perseguição alertou que isso, realmente, pode estar acontecendo e fez uma notificação avisando todas as autoridades sobre o possível caso.

“Infelizmente os casos de perseguição contra os cristãos são muitos e a justiça acaba não fazendo nada, facilitando novos ataques”, ICC ressalta.

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Cristãos são constantemente perseguidos por grupos de muçulmanos e isso está se tornando cada vez comum. A falta de punição faz com que isso passe despercebido, não colocando respeito entre as pessoas de #Religião e classe social diferente. Os pais da jovem falam que estão buscando justiça e que não vão deixar isso para trás.

“Até quando as famílias religiosas vão sofrer com esse tipo de crueldade?”, questiona a mãe da vitima. “Vamos sim, lutar para que isso não seja somente mais um caso, os culpados precisam pagar por esse #Crime tão cruel”, afirma ela.