Jesus, um dos personagens religiosos mais conhecidos no mundo, teria morrido crucificado. O objetivo da morte, segundo a própria vítima, seria salvar a humanidade dos pecados (ou da ira de Deus).

Apesar de não haver provas contundentes sobre a existência do maior ícone das religiões cristãs, como os segmentos católicos e protestantes, no entendimento dos fiéis, Jesus retornará à Terra para destruir a influência de satanás sobre as pessoas.

Contudo, mais de dois mil anos após sua morte, ele parece ter voltado ao nosso planeta, mais precisamente na Rússia.

Conforme informações do jornal britânico Express, edição de sexta-feira (19), um homem, trajado com longa túnica e carregando a característica cruz – símbolo do catolicismo –, causou polêmica entre os moradores da cidade de Perm.

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Ao invés de ser recebido como ‘salvador’, o ‘cristo russo’ acabou sendo preso, após ser filmado perambulando pelas ruas do município. Indignados com a imagem de um mero mortal se passando por Jesus, religiosos da igreja local reagiram com incredulidade e indignação. Para eles, o rapaz insulta a crença de milhares de fiéis ao imitar o maior símbolo do cristianismo.

De acordo com o padre da igreja local, Igor Anoufriev, o fato de o indivíduo se comparar a Jesus é interpretado como deboche pelos seguidores do ‘filho de Deus’. "Ninguém tem o direito de tentar na imagem de Jesus Cristo, que é nosso senhor sagrado", argumenta o pároco.

Porém, o verdadeiro nome do ‘Jesus russo’, responsável por despertar a fúria dos padres, dos pedestres e dos motoristas que presenciaram o episódio, é Ilya Novikov, 23 anos.

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O artista foi detido após uma testemunha, que se sentiu ultrajada, ligar para a polícia. Em comunicado à imprensa local, um porta-voz da entidade disse que Novikov foi encaminhado à delegacia e liberado na sequência.

O motivo por trás da fantasia

Segundo Ilya Novikov, seu objetivo era testar como as pessoas reagiriam caso Jesus retornasse. Na percepção do artista, a reação demonstrada foi a mesma da descrita pela Bíblia há mais de dois mil anos. "A experiência de Jesus Cristo foi repetida. As pessoas estavam rindo, gritando e zombando de mim”, argumenta.

Para ele, a atitude dos habitantes de Perm indica que os relatos descritos no livro sagrado do cristianismo são contundentes. “Depois de 2.000 anos as pessoas ainda não mudaram - ainda estamos cruéis e intolerantes aos nossos vizinhos", conclui. 

Ao que tudo indica, se Cristo resolver aparecer pelas ‘bandas de cá’, é melhor vir armado ou vai ter problemas novamente.

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