Uma história maluca, macabra, mas real, movimentou uma das regiões turísticas da Tailândia. Dois hóspedes de um reconhecido resort, localizado na cidade de Pattaya, dormiram em cima de um cadáver, sem saber. Pela manhã eles sentiram um forte cheiro de carne podre, que também chamou a atenção dos funcionários.

O corpo foi encontrado por equipes de limpeza do estabelecimento no interior do baú de uma cama box. Tratava-se de uma mulher transgênero.

Não foi revelado há quanto tempo estaria o cadáver em decomposição, mas estima-se que vários dias se tivessem passado, já que o corpo só foi descoberto depois que o forte odor tomou conta do andar.

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Dois outros hóspedes que ocuparam o quarto antes, um jovem de 17 anos e um adolescente de 14, foram presos, acusados de matar e esconder a mulher. Ela tinha 28 anos e chamava-se Amphon Kongsong.

A dupla confessou o #Crime e deu a própria versão da história. Segundo a imprensa internacional que acompanhou o caso, o jovem de 17 anos contou que teria conhecido a mulher no Facebook e ela o teria chamado para um emprego na cidade de Pattaya. Ele topou a proposta e foi para lá acompanhado do amigo mais novo. Os três, então, teriam passado alguns dias juntos no hotel, mas depois de um desentendimento, os amigos mataram a mulher por meio de estrangulamento.

O motivo da briga não ficou claro. Ambos foram descobertos e presos pelas equipes policiais como suspeitos do crime, que acabaram confessando depois que imagens das câmeras de segurança do hotel ajudaram no trabalho de identificação da dupla.

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Responsável pela elucidação do caso, o coronel de polícia, Apichai Kropphet, detalhou que foram necessárias algumas horas até que uma das pessoas que faz a limpeza do hotel, e que também notou o cheiro ruim, conseguisse identificar de onde vinha. Depois de algumas buscas no quarto, eles conseguiram sentir que a cama era o local de onde mais exalava a decomposição. Foi então que alguém teve a ideia de levantar o colchão.

Imagine a expressão de horror ao se deparar com uma mulher morta! #Violência #Casos de polícia