Uma criança de apenas 4 anos vinha sendo abusada sexualmente pelo seu padrasto e, ao ser perguntada como ela se chamava, a menina disse que seu nome era ‘idiota’. Os agentes do Departamento de Serviços Humanos do estado de Arkansas, nos Estados Unidos, concluíram o fato depois de examinar a menina.

De acordo com a informação dos policiais, a criança apresentava diversos hematomas pelo corpo e alguns machucados estavam quase cicatrizados. Os pulsos tinham marcas que evidenciavam que ela havia sido amarrada. No entanto, os agentes ficaram chocados quando ela afirmou que se chamava ‘idiota’.

O homem, suspeito de praticar o abuso contra a menina, é o namorado da mãe.

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Ele foi identificado como Clarence Reed e confirmou que realmente se referia à criança desse jeito, porém, disse que tudo se tratava apenas de uma brincadeirinha.

Um jornal local noticiou que um dos irmãos da vítima, também menor de idade, disse que eles a amarraram. A mãe da menina e o namorado estão presos e a criança foi encaminhada para custódia do Estado. Os dois foram acusados de praticar violência doméstica e abuso de incapaz.

Caso eles sejam condenados, irão amargar até 20 anos de detenção e a previsão para que o casal seja julgado é na próxima terça-feira, 23 de agosto. Eles afirmaram que amarravam a criança para impedir que ela subisse no mobiliário da casa. Na casa moram mais seis crianças, mas somente um bebê de 11 meses é filho do agressor.

Repercussão do caso

O caso chocou os Estados Unidos e vem provocando indignação na população, porém, não é o único que causou toda comoção no país.

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No mês de julho, um policial se deparou com uma criança que tentava vender o urso de pelúcia, pois não se alimentava há vários dias. Quando os agentes foram a sua residência para averiguar a situação, encontraram mais duas crianças que estavam em condições lamentáveis. Os pais foram indiciados por criaram risco à segurança de seus filhos e as crianças também foram encaminhadas para guarda do Estado.

Infelizmente, os agentes da polícia disseram que se deparam com esse tipo de situação constantemente no trabalho. #Estupro