O #Crime aconteceu em uma maternidade em Hamburgo, na Alemanha, na segunda feira (8) passada. Felizmente a sequestradora não conseguiu efetivar o ato. A mulher, de aproximadamente 35 anos, teria entrado no quarto onde a mãe que tinha acabado de dar à luz estava. Enquanto a mesma dormia, a criminosa tentou levar a criança. O bebê dormia tranquilamente em um berço perto da cama da genitora, como relata a polícia local. A mulher seguiu pelos corredores da maternidade em direção à saída. Por sorte, o irmão do neonato, uma criança de apenas 9 anos, seguiu a meliante que mantinha o bebê no colo.

Assim que percebeu que a criminosa não era uma enfermeira, e ninguém da equipe auxiliar do hospital, a criança entrou na frente dela, para impedir que a mesma fugisse com o bebê.

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Em um ato heróico, o menino ainda conseguiu pegar o recém-nascido das mãos da mulher, antes de ir acionar os funcionários do hospital.

Pela forma como aconteceram os fatos não foi difícil encontrar a suspeita, a polícia abordou a mesma ainda na maternidade, para interrogá-la. A mulher que estava grávida pareceu muito agitada e nervosa. Constatou-se que ela era mentalmente instável e que podia ter algum sintoma psiquiátrico, foi então imediatamente encaminhada para a ala psiquiátrica do hospital onde ocorreram os fatos, como foi explicado pelos polícias que atenderam a ocorrência.

Os hospitais do mundo inteiro adotam medidas para que situações dessas não ocorram. Aqui no Brasil, cada hospital adota um protocolo, mas mãe e filho são sempre identificados. Normalmente, ao chegar no Centro Cirúrgico, a paciente tem seu nome completo, o de seu médico e o número de seu prontuário checados pela enfermagem.

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Em seguida, verifica-se as folhas de protocolo do berçário e as duas pulseiras para identificação do recém-nascido contendo os seguintes dados: nome completo e número de prontuário de identificação da mãe. Tudo para que ambos saiam juntos da maternidade e situações como essas não ocorram. Ainda assim é preciso estar atento, milhares de crianças são raptadas todo ano, e entram para o rol dos tantos desaparecidos. #Casos de polícia