O período da gravidez, geralmente, é um momento feliz e de preparação para o grande sonho de se tornar mãe. Quase sempre, as últimas semanas são de empolgação e ansiedade para a chegada do grande momento, mas, para uma mulher inglesa, esse período foi de muito medo e dor.

Kirsty Wightman, de 28 anos, foi diagnosticada durante a sua segunda gravidez com um #Câncer terminal e teve que fazer uma cesariana de emergência, com 31 semanas de gestação, mesmo sabendo que a filha seria bem prematura. Essa era a única forma de começar a luta contra o câncer e tentar manter-se viva por mais tempo, para cuidar dos seus filhos.

 A mulher relata que esteve pensando em certo dia na sua vida: que era mãe de um menino e que tinha a missão de trazer à vida uma menina e, de repente, falaram para ela que tinha um câncer incurável e somente três anos de vida.

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Tudo aquilo parecia um pesadelo para ela, que estava com 27 anos, recém-casada e grávida e não conseguia entender como aquilo podia estar acontecendo: sua vida perfeita havia sido quebrada.

Ela conta que houve muitas oportunidades do câncer ter sido descoberto antes, mas que os médicos de um hospital da Alemanha sempre relacionavam os sintomas à gravidez e, com isso, o mesmo foi crescendo e se espalhando. Aos três meses de gravidez do segundo filho, Kirsty encontrou um nódulo do tamanho de uma tangerina em seu seio e, ao procurar o hospital, eles disseram se tratar de uma massa de tecido relacionada à gravidez.

Alguns meses depois, ela começou a sentir dores nas costas e muito cansaço, e mais uma vez procurou o hospital, que disse ser sintoma da gravidez. Somente com 31 semanas de gravidez, em junho de 2015, ela recebeu a notícia de que estava com câncer de mama e que ele já havia se espalhado e atingido a coluna, e era terminal.

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Ela foi submetida imediatamente a uma cirurgia para tirar a criança, para que os médicos pudessem operar sua coluna e dar início ao tratamento de quimioterapia e radioterapia. Ela conta que foi muito difícil ouvir tudo isso e que a grande preocupação era com a filha, se ela teria sido atingida pela doença e se sobreviveria ao nascer tão prematura.

Kirsty conta que, felizmente, a filha nasceu bem e perfeita, e que, no momento do parto, em que colocaram a mesma em seu peito, ela chegou até a esquecer de tudo e se apaixonou pela menina. Apesar de o prognóstico ser terminal, a mãe está determinada a contrariar os médicos e sobreviver por muito mais de três anos, mas se diz realista e, por isso mesmo, está criando um diário e mantendo álbuns de fotos com os filhos e para eles, para que os filhos possam conhecê-la e lembrar-se dela quando ela se for. 

Kirsty conclui: "Acima de tudo, eu quero que eles saibam o quanto eu lutei para ficar com eles por tanto tempo quanto eu podia". #Luta pela vida #Maternidade