Uma assassina profissional, é assim que ela se assume. Mas quando você pensa em uma mulher que ganha a vida matando criminosos, dificilmente imaginaria que ela é uma pessoa frágil, de baixa estatura e muito menos que tem um bebêzinho em seu colo. 

De acordo com o portal de notícias G1, assim que o novo presidente das Filipinas assumiu o governo em junho deste ano, foi autorizado que cidadãos comuns e policiais matem #Traficantes e pessoas envolvidas com o tráfico.

Mulher sobrevive caçando e matando traficantes

Ela não teve seu nome verdadeiro identificado, porém na matéria a mulher foi chamada de 'Maria'. Ela confessou que desde que iniciou a carreira de assassina profissional já matou 6 traficantes, todos com um tiro na cabeça.

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Ela se tornou uma assassina profissional e faz parte de um grupo de três mulheres que são bastante valorizadas por conseguirem se aproximar dos traficantes sem levantar suspeitas.

Maria confessou que quando precisou matar pela primeira vez, não foi fácil e quando questionada de quem vem a ordem para assassinar os traficantes, ela afirma que vem do "nosso chefe na polícia". E nos últimos meses tem sido convocada com frequência para novos trabalhos.

A jovem mulher viu na guerra contra o tráfico uma oportunidade de trabalho

A maioria da população das Filipinas vive abaixo da linha da pobreza. Foi então que Maria e seu marido optaram por trabalhar como assassinos profissionais.

Eles viviam em um bairro muito pobre e com muitas dificuldades. Depois que eles começaram a trabalhar com extermínio de traficantes, passaram a ganhar até US$ 430 por assassinato, cerca de R$1.380 reais.

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Este valor para os padrões das Filipinas é considerado uma fortuna.

O marido começou a trabalhar como assassino primeiro. Ele foi acionado para matar um traficante endividado e para a família que não tinha renda fixa, este se tornou o meio de garantir o sustento de todos. 

E só então começaram ater uma qualidade de vida melhor

Maria disse que uma certa vez precisaram de uma mulher para fazer o serviço e foi seu marido que a indicou. Eu precisava fazer o serviço e "quando vi o homem que tinha de matar, me aproximei e atirei", conta.

Riscos da profissão

Maria e o marido vivem sob grande tensão, a profissão traz grandes riscos para vida de toda a família. Na mesma tarde em que concederam a entrevista a BBC News, eles tinham acabado de avisar aos seus superiores que precisavam se mudar de casa imediatamente, pois acreditavam que foram descobertos.

Vale ressaltar que este tipo de atividade não é novidade nas Filipinas, contudo nunca houve uma demanda tão grande por matadores profissionais, na tentativa de combater o narcotráfico. #Crime #Casos de polícia