Um caso inusitado, envolvendo um #Relacionamento de incesto, chocou a comunidade mexicana nos últimos dias. Trata-se de uma mãe e um filho que brigam na justiça pelo direito de manter um relacionamento conjugal. Os protagonistas dessa história, são Monica Mares, de 36 anos, e seu filho Caleb Peterson, de 19. 

Monica foi mãe logo cedo, e aos 16 anos deu à luz Caleb. Ela conta que, devido à condição financeira da #Família, não teve como criar o filho e o colocou para adoção. Anos mais tarde, a vida acabou dando a Monica a possibilidade de reencontrar o filho, agora já adulto. Ela conta que, no primeiro momento, sentiu uma imensa atração pelo filho, o que os levou a trocar um beijo, e depois desse beijo, "outras coisas aconteceram."

Monica não vê o Caleb apenas como filho, ela disse que o ama, e que o sentimento é de fato de uma mulher para um homem.

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O problema é que, para a justiça mexicana, o casal está cometendo crime de incesto, e podem inclusive responder pelo crime, cumprindo mais de um ano de prisão, e pagar multa de aproximadamente R$15.000,00 (quinze mil reais).

Apesar da comunidade estranhar o caso entre mãe e filho, o ex-marido de Monica e pai biológico de Caleb, Dayton Chavez, diz torcer pelo casal. Ele concorda que os dois fiquem juntos, levando em consideração que Caleb não foi criado pela mãe. Ele entende que o carinho que sentem é genético, como uma resposta ao tempo que ficaram separados.

O casal alega sofrer uma rara condição, chamada de atração sexual genética, que se manifesta quando duas pessoas que dividem o mesmo DNA se apaixonam, ou sentem atração sexual um pelo outro. Isso pode acontecer com mais frequência se uma, ou ambas as pessoas, tiverem crescido ou passado sua infância afastados da família.

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Casamento

Apesar de se amarem, o casal não fala sobre casamento legal, mesmo porque seria de fato impossível. As leis do Novo México não permitem casamento entre pessoas com uma proximidade genética tão grande.

O que de fato eles buscam é o direito legal de poderem se relacionar sem que estejam descumprindo nenhuma lei, sob a alegação do estado de atração sexual genética. Isso poderia permitir, por exemplo, que trocassem carinho em público, e lhes dariam cobertura legal contra qualquer ação preconceituosa da população.