Uma professora está, atualmente, processando uma #Escola católica por supostamente ter sido mandada embora, (demitida), porque casou com a sua namorada. Ela conta que isso aconteceu no exato momento em que a direção da Instituição ficou sabendo que ela estaria oficializando um casamento com uma pessoa do mesmo sexo. A docente, após saber da sua demissão, foi à Justiça denunciar alguns supostos abusos cometidos por funcionários dessa Instituição que é claramente voltada para uma disciplina e normas religiosas.

Ela conta que alguns profissionais de lá já se relacionam intimamente com pessoas do mesmo sexo, outras traem seus cônjugues e algumas têm relacionamentos mistos, mas nunca foram notificados pela Instituição.

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A Escola de Ensino Médio Paramus é localizada no estado americano de Nova Jersey e a professora Kate Drumgoole, que tem 33 anos de idade, já trabalhava lá desde o ano de 2011. A docente, em poucos anos, subiu de cargo e chegou à importante função de reitora de orientação e também treinadora do time de mulheres de elite do basquete da Instituição. No entanto, exatamente em janeiro do ano corrente, ela foi notificada de sua demissão e afirmou que isso aconteceu por causa do anúncio de seu casamento com uma pessoa do mesmo sexo.

Por outro lado, a escola não nega, mas sim, ‘ameniza’ a situação, explicando que a demitiram não porque ela é lésbica, mas sim, porque a professora passou a “falhar em seguir as regras da fé, quando entrou em um casamento do mesmo sexo”. Kate diz que, além desse motivo, deu também outros motivos para que a escola a demitisse.

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Ela afirma que havia denunciado alguns casos de abusos cometidos por alguns funcionários da Instituição, onde os mesmos estariam ‘traindo’ as suas esposas e maridos, outros já se relacionavam intimamente com pessoas do mesmo sexo e alguns também já teriam filhos fora do casamento, no entanto, nenhum deles foi demitido.

No ano de 2015, a Justiça dos Estados Unidos permitiu o casamento de pessoas do mesmo sexo em todos os estados americanos. Porém, para esse caso, a Justiça irá analisar se o regimento interno da escola se sobrepõe às leis estatais. #Lesbianismo