Foi solto, neste sábado (10), um dos personagens mais conhecidos dos Estados Unidos, o americano John Hinckley Jr., de 61 anos, após passar 35 deles enclausurado no hospital psiquiátrico da cidade de Washington. Hinckley, internado após balear o presidente Ronald Reagan (1911-2004), numa fracassada tentativa de assassinato em 30 de março de 1981, também fez outras vítimas na época do #Crime. Ao disparar seis tiros, o americano acabou por ferir um agente do Serviço Secreto (CIA), um policial e o secretário de imprensa da época, James Brady.

De acordo com o jornal estadunidense New York Post, o infrator já estava passando pela transição à liberdade desde 2014.

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Naquele ano, a justiça permitiu que o atirador passasse 17 dias fora da prisão psiquiátrica. Durante esse período, o criminoso ficou na companhia da mãe, em Williamsburg, Virgínia. Agora, com a recente soltura, ele permanecerá ao menos um ano na casa da genitora.

Motivo fútil

Embora os assassinatos políticos sejam motivados por diversas razões, praticamente nenhum deles teve o "amor" como pretexto para o cometimento do crime. No entanto, John Hinckley Jr. queria matar o presidente porque "amava" e era obcecado pela atriz hollywoodiana Jodie Foster. Segundo o perturbado delinquente, ele desejava impressionar a atriz eliminando o presidente Reagan.

Ao ser submetido a análise pelos profissionais da saúde, ele foi diagnosticado com doença mental. Devido à patologia, o estadunidense foi considerado incapaz de responder pelo ato praticado e passou 35 anos confinado num hospital.

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Regras e regalias

Apesar de ele ganhar a liberdade, terá que seguir algumas normas estipuladas pela justiça do país. Ao menos três dias na semana, Hinckley terá que trabalhar ou exercer alguma atividade voluntária. No momento, ele pretende atuar numa igreja ou em um hospital de saúde mental. Enquanto esteve recluso, o americano já havia exercido atividade na biblioteca e no serviço de alimentação do hospital de Washington.

Ao voltar ao convívio social, Hinckley poderá votar na eleição presidencial em novembro deste ano. Ele também poderá navegar na internet, porém está proibido de usar redes sociais como Facebook, Twitter, Youtube, entre outras. O infrator também está proibido de conceder entrevistas a jornalistas ou procurar informações sobre o próprio crime na internet. #Curiosidades #EUA