Segundo informações do jornal Daily Mail, o caso foi registrado em Atlanta, nos Estados Unidos, onde um garoto de quatro anos de idade nasceu com uma condição muito rara denominada, Nevo Melancólico Congênito, atualmente, a doença afeta uma em cada 20 mil crianças. A condição faz com que 80% do corpo fique completamente coberto por manchas escuras. Na ocasião, os pais do garoto descobriram que, se as manchas não fossem tratadas a tempo, as mesmas poderiam evoluir para uma espécie de câncer de pele.

De acordo com Kara Littlle, mãe do garoto, ela afirma que, quando seu filho nasceu, todo seu corpo era coberto pelas manchas pretas, na ocasião, a criança precisou passar por 27 cirurgias para corrigir o problema.

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Durante o último procedimento, a criança precisou passar por três meses com próteses foram colocadas no corpo da criança a fim de expandir sua pele e cobrir as demais áreas com as manchas removidas. No total, mais de 50% das manchas foram retiradas do corpo da criança, boa parte delas começava pelas orelhas, incluindo braços e pernas.

Os expansores da pele utilizados na criança são semelhantes a alguns implantes mamários. Na ocasião, estes implantes eram preenchidos com soro fisiológico, o qual era aplicado dentro da pele do bebê e ficava ali por cerca de três meses para que a pele multiplicasse seu tamanho. Durante o procedimento, os pesquisadores esticavam a pele para cobrir a região de onde era retirada as mancha.

Os pais do garoto afirmam que o filho vem enfrentando uma série de problemas.

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Segundo eles, as pessoas estariam comparando a criança a um monstro. Pensando  nisso, o pai do menino resolveu distribuir alguns cartões informando a condição do filho. No informativo, aparece um link de uma página no Facebook falando sobre a condição do filho e suas causas. O pai ainda conta que, certa vez, quando estava em um supermercado, o gerente do estabelecimento teria pedido para que eles se retirassem do local. Segundo o gerente, alguns clientes estariam incomodados com a aparência de seu filho.

Após passar por diversos procedimentos cirúrgicos, a criança ainda realiza alguns exames de ressonância magnética duas vezes por ano. Para garantir que tais manchas não se transformem em tumores malignos. Especialistas não sabem dizer ao certo se a criança sobreviverá à condição. Segundo os pais da criança, os especialistas estão fazendo de tudo para manter seu filho perto deles. #bebê doente #Entretenimento #Curiosidades