A retaliação ocorreu nesta terça-feira (13) na Coreia do Sul, em uma demonstração de poder da Força Aérea Americana. O ato aconteceu devido a um suposto teste de uma bomba de hidrogênio realizado na Coreia do Norte na última sexta-feira (9), esta seria a quinta vez nos últimos anos. O bombardeiro usado foi o Stratofortress, B2, que pode carregar armas nucleares e é usado com frequência nas bases militares na fronteira entre as duas Coreias. Os exercícios militares são feitos normalmente em conjunto entre os EUA e Coreia do Sul. Dessa vez dois bombardeiros sobrevoaram cerca de 50 quilômetros adentro da fronteira com a Coreia do Norte.

Repercussões de testes nucleares anteriores 

Um episódio parecido já havia acontecido no final de 2012, quando o governo norte-coreano teria testado ogivas nucleares pela terceira e quarta vez.

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O governo de Kim Jong-un, o comandante do norte, afirmou para a imprensa que realizou sim o teste nuclear da bomba que é mais potente que a bomba atômica. O ato contraria totalmente as indicações da ONU de não desenvolvimento de armas nucleares no mundo.

Segundo o ditador, o ensaio nuclear é uma forma de estabelecer o equilíbrio de forças e a paz, uma vez que no caso de uma #Guerra nuclear com a vizinha Coreia do Sul, os imperialistas norte-americanos viriam em apoio aos inimigos e eles estariam em desvantagem. Para ele trata-se de um direito legítimo de seu povo para proteger-se.

Os bombardeiros, por sua vez, foram trazidos da base americana de Goam, no Pacífico, até a Coreia do Sul, com o intuito de enviar a Pyongyang uma mensagem que a América está preparada para retaliações no que diz respeito às ameaças de instabilidade provocadas pelo ditador.

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De acordo com o governo americano, o teste nuclear representa uma escalada armamentista perigosa na região. No entanto, muitos analistas dizem que o aviso feito pelos norte-americanos pode agravar ainda mais a tensão na região, que já é marcada por fortes desentendimentos e que desde a última semana passa por instabilidade. #Coréia #EUA