O ministro da defesa da #Coreia do Sul, Han Min-koo, declarou nessa quarta-feira, 21, que considera a possibilidade de assassinar o presidente da Coreia do Norte, #Kim Jong-un.

Han fez a declaração após ser questionado pelo deputado, Ki Sung-chang, sobre os rumores dessa possibilidade que haviam sido divulgadas pela imprensa de Seul. Han então contou que existe um plano para que uma unidade de forças especiais assassine o ditador, pondo um fim ao poderio norte-coreano do terror, que obriga cidadãos e turistas ao trabalho escravo forçado perpétuo por motivos ideológicos, bem como os executa por motivos banais, como discordar da opinião de Kim, ter uma preferência religiosa ou quebrar um dos costumes instituídos pelo Estado.

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A decisão sul-coreana não é gratuita, mas sim em resposta às ameaças feitas por Kim, de que estaria prestes a lançar um ataque contra o país. Kim também tem ameaçado realizar ataques nucleares aéreos contra os Estados Unidos. Tanto as ameaças, quanto os testes nucleares, bem como da bomba de hidrogênio, mais poderosa que a própria bomba de Hiroshima, foram condenadas por diversos países e pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Os planos anunciados de maneira superficial por Han, só serão colocados em prática, caso se sintam em iminente perigo, de forma que as ameaças de Kim deixem o patamar de farpas políticas verbais para colocar em risco a população da Coreia do Sul. Para tanto, o país encontra-se preparado para reprimir com mísseis eventuais ataques de Jong-un.

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Em 2016, quatro testes com bombas nucleares foram realizados em Pyongyang, sendo que no último, o governo declarou que obteve o necessário para criar seus mísseis nucleares de combate, que, segundo Kim, são para “garantir a sobrevivência da Coreia do Norte”. A ONU prepara novas sanções contra o país, que, mesmo com as últimas punições dentro da comunidade internacional, parece não ter se abatido e está disposto a continuar seus testes e construções de armas nucleares. As ações norte-coreanas estancam um medo que toma conta da Ásia desde o desastre cometido contra os japoneses: uma nova guerra de proporções inimagináveis. #Tensão Internacional